Banco BiG: Análise Semana de Mercados (15/01/2018) - Rankia Portugal
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Banco BiG: Análise Semana de Mercados (15/01/2018)

banco big analise semanal de mercados
Índice esconder
3 Crude WTI: Cortes na produção de crude e mercado accionista a retomar tendência altista
3.1 Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários.

EURGBP: Magnitude da derrota no voto para Brexit poderá ditar o próximo movimento

 

  • Hoje, entre as 19h00 e as 21h00, o parlamento britânico poderá finalmente votar o acordo alcançado pela primeira-ministra Theresa May com a União Europeia. Desde o adiamento do “Meaningful Vote”, Theresa May tentou, sem sucesso, convencer o maior número possível de membros do parlamento a votar a favor do seu acordo, permitindo uma saída da União Europeia, acompanhada por um período de transição, durante o qual a maior parte das características de pertença à União Europeia se manteriam.
  • A maioria necessária para passar o acordo na Casa dos Comuns é de 319 votos favoráveis. O mercado parece descontar já um chumbo parlamentar do Brexit Deal. No entanto, a sua magnitude deverá ter um impacto material no que se sucederá. Caso May perca por uma margem tangencial, é provável que tente novamente obter concessões e garantias legalmente vinculativas da União Europeia em relação à solução backstop. Por outro lado, se a derrota for estrondosa, a incerteza deverá abater-se novamente sobre os activos britânicos, nomeadamente se o Partido Trabalhista lançar uma moção de censura ao actual governo de May. Um cenário de Hard Brexit parece cada vez menos provável em prol de um segundo referendo, com resultado, para já, também incerto.
  • Referência técnica: O EURGBP parece ter encontrado um duplo suporte horizontal, reagindo em alta. A referida derrota pesada deverá permitir a continuidade do movimento, ao passo que a derrota tangencial poderá ainda conferir alguma margem para alívio da pressão vendedora sobre a libra.

 

Russell 2000: Índice norte-americano de empresas de pequena capitalização bolsista alcança nível de resistência

  • Vários índices accionistas aproximam-se de níveis de resistência determinantes, que podem definir a próxima tendência relevante. A reacção irá ajudar-nos a entender se a recente valorização dos activos de risco foi meramente correctiva dentro de uma tendência baixista ou se terá sustentação e um impacto mais vasto.
  • Desde Dezembro que o segmento de small-cap norte-americanas (Russell 2000) tem apresentado mais força relativa do que o segmento de large-cap norte-americanas (S&P 500). As tensões comerciais entre China e EUA afectam mais as exportadoras globais como as que compõem o S&P 500. Com as negociações entre Trump e Xi Jinping a avançarem positivamente, poderá haver realocação de fundos do Russell 2000 para o S&P 500.
  • Referência técnica: O estocástico lento com sinais de sobrecompra técnica, a linha de resistência horizontal, a média móvel de 50 dias e os 38,2% de correcção do último movimento de baixa constituem uma zona de resistência robusta, que permite montar uma entrada com baixo risco face ao potencial de queda do índice.

 

Crude WTI: Cortes na produção de crude e mercado accionista a retomar tendência altista

  • A OPEP+ alcançou, no mês passado um acordo para reduzir a produção em 1,2 milhões de barris por dia em 2019, sendo que o mercado, num primeiro momento, desvalorizou esta decisão, com o crude a prolongar as quedas, tendo, posteriormente, começado a recuperar nos últimos dias de 2018 e nos primeiros de 2019, com uma subida acumulada, desde os mínimos de mais de 20%.
  • A capacidade da Arábia Saudita para influenciar os inventários dos EUA encontra-se mais limitada actualmente, pelo que os cortes de produção poderão não ser tão eficazes como o esperado. Até ao final de 2018, a produção de petróleo dos EUA era de mais de 2 milhões de barris/dia acima da produção de 2016 e tornou-se mais eficiente com os progressos no âmbito do petróleo de xisto, que veio aumentar a autonomia energética dos EUA.
  • Referência técnica: Depois de quebrar a linha de tendência descendente assinalada no gráfico e de quebrar também em alta uma zona de resistência, o crude corrigiu fazendo um reteste a esta mesma zona, pelo que é provável que nos próximos dias o crude procure atingir valores na faixa dos $54/$55 por barril.
Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários.

 

Sobre o autor

BiG Research

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