Banco BiG: Análise Semanal de Mercados (25/09/2018) - Rankia Portugal
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Banco BiG: Análise Semanal de Mercados (25/09/2018)

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Brent: Reunião da OPEP e proximidade de efectivação das sanções ao Irão projectam Brent para máximo de 4 anos
Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários.
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EURUSD: Semana de preenchida agenda macroeconómica com o par a tentar superar o importante nível dos 1,175

  • A semana começou com um comentário optimista de Mário Draghi, ao afirmar que o BCE antecipa avanços na inflação core – cuja média em 2018, ronda os 1%, segundo a métrica CPI – durante os próximos meses, sobretudo por via da pressão salarial. Comparando com a recente história norte-americana, não nos parece absolutamente evidente que, apesar da sólida tendência decrescente apresentada pelo desemprego, o reflexo do mercado laboral na inflação se materialize num prazo tão curto e vemos, assim, os comentários de Draghi como um esforço para corroborar o fim doprograma de estímulos agendado para Dezembro. Não obstante esta opinião, as palavras do presidente do BCE animaram efectivamente o euro.
  • Para  quarta-feira, é amplamente esperada a terceira subida de taxa de juro deste ano, por parte da Fed. Num momento em que o euro parece estar a ganhar compradores, na ausência de novidades hawkish no discurso de Powell, tal desfecho poderá resultar em mais impulso altista para o EURUSD, numa adaptação da lógica buy the rumour, sell the fact. De qualquer modo, a divulgação da terceira estimativa para o crescimento económico nos EUA durante o segundo trimestre, as métricas CPI na Zona Euro e o PCE Core norte-americano poderão, em caso de surpresas, injectar maior volatilidade.
  • Referência técnica: A força relativa do EUR face ao USD mantém-se com o par a testar uma resistência que, discutivelmente, forma a neckline de um head & shoulders bottom pouco ortodoxo. Assumimos que o par possa ainda ter espaço para subir, mas não acreditamos que feche acima dos 1,1860.

XAGUSD: Prata mostra sinais de recuperação técnica

  • Os metais preciosos têm sido fortemente pressionados desde o início do ano, sendo que a prata cotada em ouro (-18%) lidera essas quedas. O posicionamento líquido curto em ouro, através de futuros e opções, continua extremamente elevado, o que aumenta o potencial de não existirem vendedores adicionais e de se iniciar uma recuperação do metal através de um fecho de posições curtas (short covering). As fortes quedas intra-diárias do ouro, registadas na sexta-feira, levam-nos a considerar uma liquidação de contratos de futuros, característica da fase final de um bear market.
  • Se observarmos o gráfico do rácio ouro/prata (XAUXAG), nota-se uma reacção negativa junto à resistência horizontal nos 84, criada pelo máximo de Fevereiro de 2016. Esta análise de valor relativo incentiva-nos a esperar um desempenho mais forte da prata nas próximas sessões, em detrimento do ouro. O dólar americano, por seu turno, deverá continuar fragilizado, no actual contexto de tensões comerciais entre os EUA e a China.
  • Referência técnica: Tecnicamente, destacamos a reacção positiva junto ao suporte horizontal dos $13,95 por onça, bem como a quebra em alta de um canal de negociação descendente. Depois de uma desvalorização tão significativa, a relação de risco/rendimento apresenta-se atractiva para posições altistas. Em termos de gestão de risco, sugerimos os $14 por onça.

Brent: Reunião da OPEP e proximidade de efectivação das sanções ao Irão projectam Brent para máximo de 4 anos

  • O comité de monitorização da OPEP e dos seus aliados, encabeçados pela Rússia, terminou a sua reunião de Setembro no passado domingo sem que, apesar da capacidade disponível exceder significativamente a produção actual de vários países, tivesse sido oficialmente deliberado um aumento de produção. De facto, os ministros da energia saudita e russo sugeriram que não antecipavam necessidade incrementar a produção em Outubro.
  • Este desfecho, juntamente com a perspectiva de as sanções reimpostas pelos EUA ao Irão entrarem em vigor em Novembro – um factor que já está a afectar a exportação petrolífera da república islâmica, na medida em que alguns compradores já estão a reduzir a aquisição de crude iraniano – impulsionou o Brent. Não obstante estes dois factores, perante o novo paradigma de aumentos de produção iniciado em Junho, acreditamos que o potencial de apreciação para o Brent está bastante limitado, e que a Arábia Saudita flexibilizará a sua produção, de forma a conter o rally do crude, conforme solicitado pelo presidente dos EUA, aliado histórico da Arábia Saudita, pelo menos, até às eleições intercalares.
  • Referência técnica: Na sequência de uma forte subida, que levou o Brent superar a tão relevante resistência existente nos USD 80, a matéria-prima aproxima-se de valores de sobrecompra. Vemos os USD 82,50 por barril como um nível que maximiza o binómio risco-retorno para posições curtas.
Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários.

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