Banco BiG: Análise Semanal de Mercado (10/07/18) - Rankia Portugal
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Banco BiG: Análise Semanal de Mercado (10/07/18)

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ÍNDICE
XLF: Num ano difícil para o sector financeiro norte-americano, a apresentação de resultados pode trazer algum alento
Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários.
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NZDUSD: Par continua em tendência descendente depois de indicadores de inflação

  • O dólar neozelandês disparou quase 1% após ter sido divulgado um dos indicadores mais importantes para a inflação na Nova Zelândia, o índice de preços no consumidor que aumentou 0,4% no trimestre, ainda assim ficando abaixo das expectativas de 0,5%. A inflação anual subiu para 1,5%, situando-se acima dos 1,1% dos primeiros três meses do ano.
  • A inflação já se encontra dentro do intervalo definido, desde 2002, pelo Banco Central da Nova Zelândia, entre 1% e 3%, embora esteja perto da banda inferior do intervalo, pelo que, a curto prazo, não será expectável assistir-se a um aumento da taxa de juro directora, que se encontra, desde final de 2016, em 1,75%.
  • Referência técnica: Desde meados de Abril que este par encetou uma série de movimentos descendentes bastante pronunciados, tendo já quebrado uma linha de tendência de médio longo prazo que sustentava o preço desde finais de 2015. Neste momento, o par encontra-se em tendência claramente descendente, tendo quebrado um suporte importante (zona azul no gráfico) e estando neste momento a fazer um re-test, pelo que se priveligiam posicionamentos curtos.

CAC 40: Índice accionista francês reage negativamente no limiar superior do canal descendente

  • No calendário económico, não existem indicadores macroeconómicas relativos a França até ao final da semana, pelo que o índice seguirá sobretudo o sentimento de mercado (aversão ou apetência por risco) e factores técnicos.
  • No panorama europeu, o único dado económico revelante será o índice de preços ao consumidor na Zona Euro, esperando-se um aumento anual de 1,9% para 2%, que será publicado na quarta-feira às 10h00. A confirmar-se um aumento da inflação, poderá verificar-se pressão descendente nos índices europeus.
  • Referência técnica: O oscilador de estocástico lento revela elevada sobrecompra técnica, podendo antecipar uma queda do preço. Numa perspectiva de risco/rendimento, uma entrada curta permite arriscar pouco face ao potencial ganho, definindo um nível de perda máxima acima do limiar superior do canal de negociação descendente e colocando um objectivo de ganho em torno dos 5300 pontos. Preferimos negociar a favor da tendência descendente, marcante nas últimas semanas para o mercado accionista à escala europeia.

Crude WTI: Nervosismo dos investidores amplifica reacções e aumenta volatilidade

  • Desde a mudança de paradigma estabelecida na última reunião da OPEP e os seus 11 aliados, os investidores em crude têm demonstrado particular nervosismo, o que se traduz em frequentes sobre-reações a notícias relativas à oferta desta matéria-prima.
  • Na passada semana, o efémero impulso altista conferido pela perspectiva de a greve nas plataformas do Mar do Norte afectarem a produção norueguesa de crude foi rapidamente esbatido pelos receios em relação a uma escalada na guerra comercial entre EUA e China e, primordialmente, pela divulgação internacional da reabertura de quatro terminais-chave de exportação de crude na Líbia, que foram recuperados pela empresa petrolífera estatal. Esta semana, foi reportado que a Arábia Saudita terá exportado uma quantidade superior à contratualmente definida para alguns importadores asiáticos. Esta acção, que está alinhada com o pedido de Trump para aumento de oferta, poderá ameaçar a actual estabilidade vivida dentro da OPEP e entre o cartel e os seus aliados.
  • Referência técnica: A negociar dentro de um canal descendente com declive acentuado, o crude WTI testa agora um suporte relevante nos USD 67,50 por barril. A quebra deste suporte colocaria em perspectiva quedas até aos níveis dos USD 66,50 e, posteriormente, USD 64,90 por barril.

XLF: Num ano difícil para o sector financeiro norte-americano, a apresentação de resultados pode trazer algum alento

  • Desde Fevereiro, o sector financeiro, de cariz cíclico por excelência, não tem acompanhado o bull market norte-americano. Apesar de um ciclo monetário contraccionista, vários factores limitam o potencial de apreciação do sector: o aumento dos custos de financiamento em mercado interbancário; o aplanamento da curva das yields do tesouro norte-americano; o crescimento anémico das actividades de crédito e geradoras de comissões; e o incremento da remuneração aos accionista, que limita o investimento e deixa os bancos menos preparados para fazer face a uma eventual recessão, à medida que nos aproximamos do final do ciclo económico.
  • Neste arranque de época de resultados, os bancos norte-americanos que já prestaram contas relativamente ao segundo trimestre, divulgaram uma performance relativamente mista. Contudo, de forma global, a concessão de crédito expandiu no trimestre transacto e os bancos com um negócio mais sóbrio e robusto reportaram um crescimento do produto bancário, que superou as expectativas – ajudando a apaziguar um dos factores pressionantes.
  • Referência técnica: Tendo suportado nos 50% da retracção de Fibonacci ,que se iniciou após a subida com início no último trimestre de 2017, a vela de ontem revela uma intensa força compradora. Acreditamos que o XLF poderá testar a linha de tendência descendente que vigora desde Março. Uma quebra desta resistência deixaria caminho aberto para uma continuação de subidas a curto prazo.
Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários.

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