BiG: Análise Semanal de Mercado (11/12/18) - Rankia Portugal
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BiG: Análise Semanal de Mercado (11/12/18)

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Crude WTI: Num mercado com excesso de oferta, corte de produção da OPEC + deverá providenciar alívio a curto prazo
Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários.
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GBPUSD: Adiamento do voto do acordo do brexit por parte do parlamento pressiona libra

  • A libra caiu 1,7% em relação ao dólar ontem, segunda-feira, depois de Theresa May surpreender o mercado adiando a votação no parlamento britânico sobre o acordo para Brexit, marcado para o dia de hoje, admitindo que enfrentaria uma derrota com uma margem significativa. May não esclareceu se teria uma alternativa ao actual acordo antes do final do ano, o que significa que o processo poderá arrastar-se para 2019.
  • A possibilidade de não haver um acordo ou mesmo um Hard Brexit deverá continuar a pressionar a libra nas próximas semanas e o facto do dólar continuar em tendência altista também prejudica o par.
  • Referência técnica: A libra tem estado pressionada desde meados do ano, no entanto a zona dos $1,27 tinha suportado o par várias vezes nosúltimos meses. Ontem, com o adiamento das votações do acordo do Brexit, o par acabou por quebrar com força esta zona, uma quebra que poderá levar a libra para valores ainda mais baixos, pelo que é expectável ver a libra a corrigir em alta até perto da zona assinalada a verde no gráfico (agora resistência) para depois voltar a desvalorizar.

USDCHF: Par poderá continuar pressionado devido à procura de activos de refúgio

  • À medida que nos aproximamos do final do ano, alguns temas globais, como o processo do Brexit e as tensões comerciais entre os EUA e a China, continuam na ordem do dia. Índices bolsistas de referência como o DAX 30 e o NASDAQ 100 apresentam sinais baixistas a médio prazo, pelo que a aversão ao risco deverá manter-se nas próximas sessões.
  • Num contexto de aversão ao risco e de fraqueza dos activos de risco, o franco suíço assume-se como uma moeda de refúgio, ao mesmo tempo que os investidores vendem dólares americanos. O ouro cotado em USD, outro activo de refúgio por excelência, subiu 0,8% na passada semana.
  • Referência técnica: O USDCHF tem apresentado movimentos impulsivos na queda, tendo recentemente quebrado em baixa um pennant. Esta figura gráfica é de continuação de tendência, pelo que preferimos um posicionamento baixista. Note-se que, a médio prazo, este par cambial está no topo do intervalo amplo, que vai dos 1 aos 0,9540. Em termos de objectivo, perspectivamos os 0,9828. Relativamente à gestão de risco, sugerimos os 0,9930, para uma relação de risco/rendimento de 2:1.

Crude WTI: Num mercado com excesso de oferta, corte de produção da OPEC + deverá providenciar alívio a curto prazo

  • Após a acumulação de múltiplos sinais de excesso de oferta no mercado de crude, continuados pedidos de Trump para aumento de produção por parte da OPEP e perspectivas de desaceleração económica cada vez mais prováveis de se concretizar, o Crude WTI encetou uma pesada e brusca correcção de quase 35%, em menos de dois meses.
  • Na passada sexta-feira, a OPEP e os seus aliados (OPEP+) reverteram a decisão tomada em Junho deste ano e decretaram um corte de produção de 1,2 milhões de barris por dia – um valor superior ao antecipado pelo mercado. Esta redução de output, que será dividida entre os membros da OPEP (800 mil barris) e os seus aliados (400 mil barris), deverá conferir um estímulo altista a curto prazo, alavancado pela elevada sobrevenda técnica na sequência da queda praticamente ininterrupta. Todavia, a médio/longo prazo, a nossa visão permanece bearish, compreendendo que não obstante o corte de produção, a desaceleração económica sincronizada que antecipamos para 2019 deverá limitar seriamente o potencial de apreciação do crude.
  • Referência técnica: Tendo suportado significativamente nos 76,4% da retracção de Fibonacci iniciada nos primeiros dia de Outubro, o crude tem exibido mínimos sucessivamente superiores. No gráfio de quatro horas, a quebra da mais recente tendência descendente, poderá permitir ao crude revisitar, num primeiro momento, a região dos USD 54,50 por barril.
Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários.

 

 

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