BiG: Análise Semanal de Mercados (19/02/19) - Rankia Portugal
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BiG: Análise Semanal de Mercados (19/02/19)

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ÍNDICE
Euro Stoxx 50: Euforia por pouco e complacência perante dura realidade aconselham verdadeira cautela
Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários.
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XAUUSD: Iminência de aumento de volatilidade deverá impulsionar ouro até aos USD 1.350/onça nas próximas semanas

  • Para 2019 – período que deverá ficar marcado pela desaceleração económica sincronizada – exteriorizámos, no nosso Outlook anual, uma visão positiva para o ouro, possivelmente o mais universal dos activos de refúgio por excelência. Desde o início do ano, o índice representativo do mercado accionista a nível global (MSCI World Index) valorizou cerca de 10%, enquanto o USD (com o qual o XAUUSD tem uma natural correlação histórica negativa) apreciou cerca de 1%. Ceteris paribus, esta evolução para os referidos dois activos é tipicamente desfavorável para o ouro. Contudo, o metal precioso valoriza já quase 4%, reflectindo percepções conflituantes entre os investidores nos activos de risco e investidores que actualmente favorecem posicionamentos mais conservadores. Perante, a fulgurosa escalada accionistasem progressos tangíveis na guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, começamos a ter uma visão alinhada com o segundo grupo de investidores.
  • Reforçando  a tendência ascendente do ouro, vários bancos centrais têm vindo a intensificar, desde o segundo trimestre de 2018, as suas compras de ouro físico. Uma tendência que antecipamos que continue, com a crescente tendência de diversificação de reservas, além das denominadas em USD.
  • Referência técnica: Respeitando impecavelmente uma clara tendência ascendente, o ouro quebrou hoje uma resistência, por intermédio de uma vela reveladora de elevada pressão compradora. Não descartando uma potencial reteste aos níveis-chave de suporte, acreditamos que o ouro tem espaço para alcançar os USD 1.350 por onça, durante as próximas semanas.

 

Lumber: Madeira poderá continuar a corrigir

  • Os futuros da madeira começaram o ano em forte alta, tendo somado uma valorização de 21% desde o início do ano. Do ponto de vista gráfico, a madeira registou um buying climax, com os preços expressivamente mais altos num curto período de tempo a criarem condições para uma queda do mercado.
  • A madeira apresenta sazonalidade positiva na Primavera, em preparação da época de construção de casas nos EUA. Como ainda estamos distantes do arranque da época de construção, não atribuímos importância a este factor numa perspectiva de trading semanal.
  • Referência técnica: Esperamos um pullback complexo, com uma queda da madeira a poder atingir os $378 por unidade. A média móvel simples de 200 dias constitui uma resistência relevante, tendo sido respeitada no início de Fevereiro. Em timeframes superiores, salientamos que o máximo deste ano coincide com os 38,2% de retracção de Fibonacci, traçada a partir do máximo histórico da madeira. Em termos de gestão de risco, consideramos a linha de tendência ascendente, rompida hoje na abertura do mercado. Caso a negociação volte acima da linha de tendência ascendente, poderemos abandonar o posicionamento baixista.

 

US Cocoa: Cacau reage positivamente no limiar inferior do canal ascendente

  • Os futuros do cacau começaram o ano em terreno negativo, caindo cerca de 4%.
  • Uma sondagem publicada pela Reuters na sexta-feira, que recolheu as opiniões de 7 analistas e traders, mostra os preços deverão subir ligeiramente este ano, apesar do ligeiro excedente global. Os inquiridos afirmaram que a volatilidade cambial será importante, devido ao Brexit, e que a possibilidade de haver menos fornecimento por parte dos Camarões será relevante.
  • Referência técnica: O rompimento da bandeira ascendente, junto à base do canal de negociação ascendente, sustenta a nossa visão positiva para o cacau. Como objectivo altista, consideramos inicialmente os $2400 por unidade e, numa segunda fase, o topo do canal ascendente (cerca de 10% acima da cotação actual). Relativamente à gestão de risco, o stop loss poderá ser colocado abaixo da linha de tendência ascendente.

Euro Stoxx 50: Euforia por pouco e complacência perante dura realidade aconselham verdadeira cautela

  • Se, na passada semana, já considerávamos relativamente exagerada a subida quase ininterrupta do mercado accionista norte-americano, perante a ausência de progressos verdadeiramente tangíveis na relação comercial entre EUA e China, esta semana parece-nos ainda menos sustentável a evolução fortemente positiva das bolsas europeias, em plena deterioração macroeconómica europeia. Amanhã, a divulgação preliminar dos indicadores PMI, elaborados pela Markit, referentes a Fevereiro na Zona Euro, Alemanha e França deverão ser determinantes para corroborar a crescente desaceleração ou, por outro lado, revelar uma melhoria de sentimento na actividade económica real, em tardia coerência com o mercado accionista.
  • No campo específico das tensões comerciais, Trump recebeu esta semana um relatório sobre as implicações das importações de automóveis oriundos da União Europeia para a segurança nacional dos EUA, fazendo renascer a possibilidade de imposição de novas taxas alfandegárias sobre este segmento do comércio internacional transatlântico. Prontamente, a Comissão Europeia afirmou que retaliaria esta medida de forma célere e adequada.
  • Referência técnica: Perante eventuais notícias menos positivas no âmbito do comércio internacional, é provável que os investidores percam a complacência que têm tido com o panorama macroeconómico europeu. A sobrevenda técnica, a forte resistência em torno dos 3.250 pontos e a
    divergência bearish no RSI são três obstáculos à continuação da fulgurosa subida que se tem verificado desde o início do ano.

 

Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários.

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