Dolat Capital: Resumo Semanal (26/01/2018) - Rankia Portugal
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Durante o discurso de Mario Draghi, Presidente do BCE, o Euro superou os 1,25 dólares pela primeira vez nos últimos 3 anos. Pouco depois, após o Presidente dos EUA afirmar que queria um dólar forte, a taxa de câmbio corrigiu, regressando aos níveis de abertura do dia. (Fonte: Bloomberg)

Principais Notícias da Semana:

  • shutdown do Governo Norte-Americano terminou ao fim de três dias de encerramento, após o congresso ter aprovado um acordo para o financiamento do governo até dia 8 de Fevereiro.
  • No Fórum Económico Mundial, em Davos, o presidente Norte-Americano afirmou que os EUA estão interessados em estabelecer acordos comerciais, clarificando que o facto de adoptar a política proteccionista America First não significa que a sua visão seja a de um país isolado.
  • O Secretário de Estado do Tesouro Norte-Americano, Steven Mnuchin, afirmou, que a desvalorização do Dólar Americano era benéfica para a economia dos EUA, na medida em que fomentava as exportações e abria oportunidades de negócio. No dia seguinte, a propósito de uma sessão de Q&A, o Presidente do BCE, Mario Draghi,  revelou desagrado por Steven Mnuchin ter, alegadamente, violado o acordo de se abster de fazer declarações que estimulassem desvalorizações cambiais competitivas.
  • A Primeira Ministra do Reino Unido, Theresa May, repreendeu o Ministro das Finanças do seu governo por este ter desvalorizado as mudanças que o Brexit trará, dando a entender que as divisões dentro do próprio governo se estão a agravar.

Informação Macroeconómica:

  • O Banco Central do Japão deixou inalteradas as suas taxas de juro base, mantendo o target de 0% para a sua Yield a 10 anos.
  • Ainda no Japão, no mês de Dezembro, as exportações cresceram +9.3%, em termos homólogos, tendo as importações aumentado +14.9% no mesmo período.
  • O Banco Central Europeu, à semelhança do Banco do Japão, não alterou as suas taxas de juro base, deixando a taxa de juro da Zona Euro em 0%
  • Nos EUA, o Índice de Preços do Produtor cifrou-se nos 53.8, abaixo das estimativas dos analistas.

Principais Movimentos da Semana

  • No mercado de obrigações soberanas, o melhor desempenho verificou-se nos títulos de Mercados Emergentes, em contraciclo com as obrigações da Alemanha, França e Reino Unido, que desvalorizaram.
  • No mercado acionista, à semelhança do que aconteceu nas obrigações, a melhor performance foi a dos Mercados Emergentes, sendo que, mais uma vez, os títulos da Europa fecharam a semana com perdas.
  • No mercado cambial, destaque para o dólar, que desvalorizou face à generalidade das outras moedas.
  • Relativamente a matérias primas, verificou-se uma apreciação do Petróleo e do Ouro, tendo o Minério de Ferro desvalorizado.

Próximos eventos

  • Apresentações de resultados em destaque:
    • Segunda-feira: Lockheed Martin
    • Terça-feira : AO Smith Corp, Electronic Arts, Lloyds Bank, McDonalds, SAP, T Rowe Price
    • Quarta-feira: AT&T, Barclays, Boeing, eBay, Facebook, Microsoft, PayPal, QUALCOMM, Siemens, Xerox
    • Quinta-feira: Amazon, Apple, Daimler, Unilever
    • Sexta-feira: Chevron, Exxon Mobil,

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