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EURUSD: Draghi desenvolve pouco, euro sobe

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eurusd
  • O tão esperado discurso de Mario Draghi no Jackson Hole acabou por não trazer nada de relevante em termos de novidades para a política monetária, mas foi motivo para o EURUSD registar novas subidas, prosseguindo dentro do cenário técnico que temos delineado. Os investidores estavam aparentemente à espera de um tom mais dovish por parte de Draghi. Na ausência desse tom, o par reagiu em alta. O próximo evento de risco para o EURUSD é já no dia 7 de Setembro na reunião do BCE. Draghi advertiu durante o verão que mudanças materiais só seriam anunciadas no outono, o que nos faz deduzir que esta reunião não trará grandes novidades.
  • De um ponto de vista técnico, o par chegou finalmente a uma resistência (1,20), marcada por validações de há vários anos e pelo facto de ser um nível psicológico relevante. Antecipamos por isso uma semana mais lateral, até que as palavras de Draghi revelem novas pistas acerca do rumo de médio prazo. 
  • Referência técnica: Nível dos 1,20 é uma resistência que pode arrefecer recentes subidas.

 

EURCHF: Potencial conflito militar atrai compradores para os activos de refúgio

EURCHF

  • Após uma extrema valorização no final de Julho de cerca de 500 pips em 7 dias, o par entrou em consolidação formando um canal descendente , canal este reforçado agora com as novas tensões geopolíticas que beneficiaram todos os activos de refúgio, dos quais o franco suíço faz parte. 
  • O EUR/CHF encontra-se no topo do canal e a reagir em baixa com o próximo suporte relevante nos 1,1263 francos.
  • Referência técnica:  O par encontra-se a uma distância superior a 1,9% (cerca de 200 pips) da média móvel simples dos 55 dias, o RSI encontra-se praticamente neutro, perto dos 50 pontos, mas  em tendência descendente.

 

DAX: Tensões com a Coreia do Norte levam-nos a desvalorizar sinal técnico negativo

DAX

  • O escalar das tensões na península coreana durante a noite de ontem levaram os índices globais para o vermelho e despoletaram um sinal técnico negativo no principal índice alemão. O DAX vinha a negociar há várias sessões em torno de uma zona de suporte providenciada pela base de um canal ascendente de longo-prazo e pelos máximos registados durante 2015. Essa zona está a ser quebrada em baixa durante a sessão de hoje, num movimento motivado pelo lançamento de mísseis por parte da Coreia do Norte, mas na nossa opinião ainda é cedo para aceitar este sinal negativo.
  • Por vezes o sentimento de mercado gera volatilidade que distorce os cenários técnicos vigentes, o que pode gerar sinais técnicos falsos. Este pode ser um desses casos, mas só o conseguiremos confirmar depois de mais algumas sessões de negociação. Por enquanto, o cenário técnico fica sob revisão, à espera que as próximas sessões tragam mais pistas acerca do rumo que o índice pode tomar no médio prazo.
  • Referência técnica: Podemos estar perante uma falsa quebra em baixa de uma zona de suporte.

XPTUSD: Platina poderá reduzir diferencial significativo face ao paládio

XPTUSD

  • O paládio tem-se destacado dentro dos metais industriais, superando até o cobre.O paládio está a ser impulsionado pela produção deficitária (estimada em -792.000 onças). Porém, a rápida subida do paládio está a incentivar os fabricantes automóveis a substituir o paládio por platina. Ambos os metais podem ser usados nos conversores catalíticos que filtram as emissões dos motores automóveis. Acreditamos que a platina poderá reduzir o diferencial relativamente ao paládio: a platina subiu 11,50% desde o início do ano, muito abaixo da valorização estonteante de 40% do paládio.
  • Apesar da decisão da Volvo em focar-se inteiramente em automóveis eléctricos e híbridos a partir de 2019, a procura por automóveis convencionais continua a ser a tendência dominante.
  • Referência técnica: A platina quebrou hoje em alta uma bandeirola (pennant), que é um padrão gráfico de continuidade da tendência ascendente. As próximas resistências relevantes situam-se nos 38,2% e nos 50% de correcção de Fibonacci de todo o movimento de queda de 25% entre  o máximo de 2016 e os mínimos deste ano em torno dos $890 por onça.

Gasolina: Head-and-shoulders invertido com impacto de Harvey em análise pelo mercado

gasolina

  • A tempestade Harvey que assola o Estado de Texas nos Estados Unidos levou ao fecho de várias refinarias, colocando quase 15% da capacidade de refinação dos Estados Unidos offline. Esta catástrofe terá, consequentemente um impacto negativo sobre a oferta de produtos refinados.
  • A gasolina, reagiu com força ao impacto da tempestade na oferta futura do produto, sendo uma das commodities com melhor desempenho na antecipação e decorrer da tempestade.
  • Referência técnica: O futuro da Gasolina realizou um head-and-shoulders invertido, um movimento altista. A divulgação da variação semanal dos inventários amanhã será importante para confirmar o impacto do Harvey na oferta.

 

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