Análise Semanal de Mercado (13/02/2018) - Rankia Portugal
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Análise Semanal de Mercado (13/02/2018)

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ÍNDICE
Crude (WTI): A esperada e brusca correcção coloca o crude em níveis de possível consolidação
Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários
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EURUSD: Correcção global nos mercados accionistas criou espaço para a entrada de novos compradores

  • A par da activação do seu perfil de activo de refúgio na passada semana, o USD confirmou também um duplo topo contra o EUR, cuja projecção acabou por ser cumprida de forma quase meticulosa até sexta-feira.
  • Desde Novembro de 2017, temos estranhado a notável ausência da histórica correlação positiva que a divisa norte-americana (em forte queda) tem com as yields da respectiva dívida soberana e foi apenas quando se verificou uma correcção nos mercados accionistas que o USD conseguiu obter alguma valorização relevante. A normalização gradual de política monetária por parte dos restantes bancos centrais das principais economias desenvolvidas, aliada à recente confirmação de que o défice norte-americano expandirá assinalavelmente são alguns dos factores a penalizar o USD.
  • Referência técnica: Com a retoma de procura por activos de risco, o EURUSD recuperou já parte das perdas da semana passada, quebrando em alta o canal descendente, para testar hoje as referência em torno dos 1,2320 – 1,2340. A superação destes níveis poderá criar espaço para possíveis subidas a curto prazo, para as quais destacamos valores horizontais no gráfico.

GBPUSD: Solução para a encruzilhada técnica deverá surgir do flanco norte-americano

  • A libra esterlina fechou o mês de Janeiro como o segundo melhor performer dos G10 contra o USD. Em virtude do atribulado processo de negociações para Brexit, o GBPUSD acabou por lateralizar na primeira semana de Fevereiro e, na segunda, devido ao sentimento de risk-off vivido nos mercados a nível global, encetou uma considerável queda, activando um pequeno duplo topo e voltando a entrar no canal ascendente que havia quebrado.
  • Na passada semana, o discurso hawkish por parte do governador do Banco de Inglaterra, Mark Carney, surpreendeu o mercado, mas não foi suficiente para dar um novo fulgor altista ao cable. Hoje, a divulgação de várias métricas de inflação para o Reino Unido foi relativamente mista, porém os números relacionados com inflação no consumidor excederam as expectativas, impulsionando a libra, num dia em que o USD também revela fraqueza.
  • Referência técnica: o cable atravessa hoje um momento técnico bastante peculiar, estando a negociar numa confluência de níveis técnicos relevantes: 61,8% da retracção de Fibonacci (suporte), limiar superior do canal ascendente (resistência) e recente linha de tendência descendente (resistência). Perante este cenário técnico, consideramos que será a força (ou fraqueza) do USD a determinar o próximo movimento a curto prazo.

USDNOK: Eventual ressalto dos activos de risco motiva visão positiva para commodity currencies

  • Embora as taxas de juro implícitas nas Treasuries tenham vindo a subir desde Novembro, o impacto negativo mais notório sentiu-se sobretudo nas quedas expressivas dos mercados accionistas durante a passada semana. No mercado cambial, o impacto foi bastante limitado. Aliás, o dólar americano continua a ser penalizado pelo alargamento do défice orçamental e pelas medidas proteccionistas aplicadas por Trump. Acreditamos que o plano de infra-estruturas de Trump não deverá ter um impacto suficientemente positivo para impulsionar o dólar americano.
  • O petróleo Brent sofreu uma desvalorização forte de 8% ao longo da passada semana, em linha com a aversão ao risco e reforçada pelo aumento do número de plataformas petrolíferas em funcionamento nos EUA. Com os índices bolsistas norte-americanos a mostrar sinais de exaustação e o com o Brent a encontrar um suporte em torno dos $62 por barril, poderá haver um ressalto do petróleo, das acções e de commodity currencies como o NOK.
  • Referência técnica: O USDNOK mantém a tendência dominante de queda, sendo que a correcção de curto prazo até aos 50% de Fibonacci incentiva-nos a entrar a favor da tendência descendente. Note-se que o estocástico lento está a cruzar no topo do intervalo.

Crude (WTI): A esperada e brusca correcção coloca o crude em níveis de possível consolidação

  • Na passada semana, em que o sentimento de risk-off imperou nos mercados financeiros a nível global, o crude WTI realizou uma acelerada correcção, caracterizada por uma queda superior a 10% desde os últimos máximos relativos. Ao exibir o seu perfil de activo de risco durante o sell-off generalizado que se verificou, o dólar norte-americano valorizou e pressionou as matérias-primas, especialmente o crude.
  • Após várias semanas em que o mercado ignorou múltiplos sinais de um provável aumento de produção num futuro próximo, nomeadamente nos EUA, a correcção técnica culminou com uma perspectiva fundamental negativa para o preço do crude: a produção nos EUA superou os 10 milhões de barris por dia, atingindo máximos históricos e antecipando a probabilidade de os EUA se tornarem o maior produtor de petróleo mundial já para 2019.
  • Referência técnica: Depois de desenhar um duplo topo, o canal ascendente que datava do segundo semestre de 2017 foi expressivamente quebrado em baixa. A rápida correcção colocou o crude numa zona de suporte relevante. Não descartando possíveis recuperações temporárias (estocástico já está em elevada sobrevenda), a perda destes níveis poderá levar o crude a testar as referências horizontais existentes até aos USD 54,5-55 por barril.

Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários

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