BiG: Análise Semanal de Mercado (27/03/2018) - Rankia Portugal
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BiG: Análise Semanal de Mercado (27/03/2018)

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ÍNDICE
EuroStoxx50: Formação de canal descendente e quebra de suporte apresenta oportunidades
Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários.
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EURUSD: Após subida da taxa de juro, fraqueza do USD impulsiona par para o limiar superior do canal ascendente

  • Na passada semana, Jerome Powell estreou-se na liderança da Reserva Federal norte-americana com uma subida da taxa de juro em 25 pontos base para 1,50% – 1,75%. O Dot Plot continuou a apontar para apenas três subidas em 2018, mas para 2019 e 2020, o mesmo gráfico sugere uma aceleração do ritmo de subidas. Powell manteve um discurso optimista face à economia norte-americana, com o banco central a rever em alta as projecções para o crescimento do PIB e avanço da inflação durante o período 2018 – 2020.
  • A interpretação do tom do discurso por parte do mercado não foi clara, dada a sua componente mais dovish a curto prazo e mais hawkish a médio prazo. O USD acabou por desvalorizar até ao fim da semana, também penalizado pelos receios de escalada de uma guerra comercial.
  • Referência técnica: Com a isenção das taxas alfandegárias aplicáveis à Europa e o adiamento da discussão do imposto sobre receitas das empresas tecnológicas a ser aplicado pela UE, o sentimento de risk-on voltou e o euro beneficiou de força compradora. Após ter quebrado a resistência na zona dos 1,24, o par testou minuciosamente o limiar superior do canal ascendente, voltando rapidamente para o nível referido. Perante uma valorização do USD a curto prazo – uma visão também sustentada pelo estocástico lento – , podemos assistir a um regresso ao canal lateral entre 1,2360 e 1,2280.

USDCNH: Apesar das taxas alfandegárias, yuan chinês atinge meta assinalável na sua forte tendência descendente

  • Horas após a subida de taxa de juro por parte da Reserva Federal norte-americana na passada semana, também o Banco Popular da China deliberou o aumento dos custos de financiamento interbancário a curto prazo, ao elevar a taxa de referência das operações repo em 5 pontos base para 2,55%.
  • Depois de uma pronunciada queda, a incerteza em torno das taxas alfandegárias que Trump aplicaria à China motivou um período de consolidação junto ao importante suporte dos 6,30. Mesmo com a confirmação (ainda não detalhada) destas e uma comedida resposta por parte da China em relação às taxas sobre aço e alumínio, o CNH conseguiu valorizar contra o USD, quebrando com forte pressão vendedora o referido nível técnico.
  • Referência técnica: Não obstante os desenvolvimentos aparentemente positivos relativos às eventuais negociações comerciais entre EUA e China, o USD intensificou a sua persistente fraqueza. Tipicamente, os pares com divisas emergentes apresentam maior propensão para encetar movimentos em clara tendência. A perda do suporte nos 6,30 coloca o par a revisitar valores anteriores à propositada desvalorização do yuan em 2015. As referências para uma eventual continuação das quedas semanais são os mínimos de 2015 (6,20 – 6,19) e, posteriormente, o intervalo 6,14 – 6,11.

AUDCAD: Par regressa a nível-chave de suporte, onde poderá reagir positivamente

  • O dólar australiano tem sido pressionado, devido à forte relação comercial com a China e à possibilidade deste país ser penalizado pelas taxas alfandegárias pretendidas pelos EUA. A Austrália tem beneficiado não só da exportação de metais industriais para a China como também dos fluxos de turistas e estudantes chineses no país. Qualquer obstáculo à economia chinesa prejudica as perspectivas para os activos australianos.
  • O dólar canadiano registou uma forte valorização na passada semana, em linha com o desempenho fortemente positivo do crude. Com o crude a encontrar resistência no máximo anterior deste ano, vemos um elevado risco para o dólar canadiano e a possibilidade de haver saída de fluxos de investimento.
  • Referência técnica: O cruzamento do estocástico lento no limiar inferior do intervalo reforça a nossa visão altista para o AUDCAD. A proximidade a um forte nível de suporte horizontal e os 50% de correcção de Fibonacci facilitam a gestão de risco.

NZDUSD: Formação de canal descendente

  • O par NZDUSD tem encetado uma tendência negativa em reacção à forte resistência que ronda os $0,7432. Embora o dólar tenha vindo a perder força consistentemente, depois de uma corrida de quase 600 pips desde o final de 2017, o NZD tem mostrado dificuldade em continuar a subir.
  • A inflação na Nova Zelândia continua manifestamente baixa, existindo ainda espaço para descida de juros e políticas monetárias expansionistas, abrindo espaço para uma eventual desvalorização da divisa.
  • Referência técnica: O par tem respeitado a zona de suporte $0,7175 com precisão pelo que confere o primeiro objectivo do canal descendente, ainda assim o NZDUSD mantém-se em tendência positiva no médio-prazo acima da média móvel dos 100 dias.

AEX 25: Índice accionista holandês reage positivamente no contacto com a zona de suporte

  • Os receios de abrandamento global devido às taxas alfandegárias iniciadas pelos EUA têm sido apaziguados nos últimos dias. Os desenvolvimentos aparentemente positivos para a relação comercial entre a China e os EUA, que têm assumido uma perspectiva construtiva, tem suportado os activos de risco, levando os índices accionistas a aguentar níveis de suporte técnico.
  • Metade do índice holandês depende de quatro empresas: Royal Dutch Shell (sector de petróleo e gás), Unilever (bens de consumo), ING Group (banca) e ASML (tecnologia).
  • Referência técnica: O cruzamento do estocástico lento no limiar inferior do intervalo reforça a nossa visão altista para o índice da bolsa de Amesterdão. A linha de tendência ascendente, que tem vindo a ser respeitada desde Junho de 2016, foi revisitada na sexta-feira, tendo o
    índice reagido positivamente. Como primeiro objectivo, encaramos os 535 pontos, onde se situa a média móvel de 200 dias. O nível seguinte situa-se nos 540 pontos.

EuroStoxx50: Formação de canal descendente e quebra de suporte apresenta oportunidades

  • O índice accionista de referência para a Europa permanece pressionado desde o início do ano, altura em que graficamente configurou um padrão de duplo topo. Esta inversão tem tido vários catalisadores, nomeadamente, tensões entre o Reino Unido e União Europeia na sequência do Brexit, tensões políticas na Itália e desenvolvimentos negativos na Catalunha, todos estes factores levam a alguma apreensão por parte dos investidores.
  • O EuroStoxx mantém-se pressionado também pela continuação da valorização do euro face ao dólar que prejudica a economia europeia face à norte-americana.
  • Referência técnica: Graficamente o índice permanece consistentemente abaixo da média móvel dos 100 dias, um sinal de que se poderá estar perante uma tendência descendente. Recentemente assistiu-se também à quebra de uma zona de preço relevante assinalada a verde.
Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários.

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