BiG: Análise Semanal de Mercado (30/01/18) - Rankia Portugal
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BiG: Análise Semanal de Mercado (30/01/18)

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S&P 500: Após inúmeros máximos históricos, o principal índice norte-americano quebra o canal ascendente
Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários
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EURUSD: Novo padrão técnico clássico em intensa semana de eventos e indicadores macroeconómicos

  

  • Após a quebra do triângulo simétrico identificado na semana passada, e o consequente cumprimento exímio da sua projecção, o EURUSD continuou a tendência ascendente para atingir novos máximos, durante a conferência de imprensa de Mario Draghi. Não obstante a notória cautela nas suas palavras, nomeadamente ao referir que não havia sido discutido qualquer fim para o programa de compra de activos (QE) e da afirmação categórica de que as taxas de juro permaneceriam nos actuais níveis mesmo após o fim do programa, o mercado interpretou o discurso como relativamente hawkish.
  • O sell-off de ontem nas obrigações a nível mundial, colocou a yield das obrigações norte-americanas a 10 anos acima dos 2,7%. Este facto intensificou a retracção do EURUSD iniciada na semana passada, criando de uma cunha de continuação, um padrão técnico com pendor tipicamente bullish.
  • Referência técnica: Apesar de os vários indicadores macroeconómicos da Zona Euro terem sido hoje divulgados maioritariamente abaixo das estimativas, o EURUSD está a quebrar em alta a cunha de continuação. Porém, perante uma semana com decisão de taxa de juro por parte da Fed e divulgação dos indicadores de emprego nos EUA, Non-Farm Payrolls, um cenário de maior volatilidade pode invalidar o sinal bullish deste padrão.

EURAUD: Bandeira ascendente abre perspectivas positivas para o par

  • A força do euro tem sido um dos temas dominantes no mercado cambial ao longo dos últimos meses. Com o discurso confortavelmente hawkish de Draghi na semana passada e os bons indicadores económicos na Zona Euro, acreditamos que devemos continuar a respeitar a tendência principal.
  • Do lado do dólar australiano, notámos uma aceleração muito rápida, que beneficiou da fraqueza do dólar americano. Há a possibilidade do Reserve Bank of Australia tentar trazer a divisa para baixo. O maior risco relativamente ao AUD é uma eventual surpresa positiva na inflação, nos dados de inflação no consumidor agendados para amanhã às 00h30.
  • Referência técnica: Com um suporte horizontal tão robusto em torno dos 1,5200, olhamos para a bandeira ascendente (traçada no gráfico), que é uma figura de continuidade de tendência por excelência. Preferimos um posicionamento altista, tendo em vista pelo menos os AUD 1,5500.

USDJPY: Aproximação a zona de suporte muito importante pode ditar recuperação do par

  • O dólar americano teve um arranque de ano muito negativo, caindo na semana passada pela sexta semana consecutiva, devido aos discursos proteccionistas e à aplicação de elevadas tarifas alfandegárias à importação de painéis solares e de máquinas de lavar. Ao mesmo tempo, o iene tem sido beneficiado pela dinâmica de crescimento global sincronizado e pela declaração de Kuroda em Davos, que afirmou que a inflação do Japão está “finalmente perto” do objectivo de 2% do Banco do Japão.
  • Porém, se desenharmos uma linha de tendência ascendente desde os mínimos de 2012 (período anterior ao Abenomics), encontramos uma zona de suporte relevante.
  • Referência técnica: Preferimos um posicionamento comprador, numa perspectiva de reversão à média quer do dólar americano, que está muito sobrevendido, quer do iene japonês.

GBPUSD: Más notícias para a libra beneficiam possível correcção em baixa

  • As previsões económicas do governo sobre o efeito do Brexit na economia da Inglaterra mostram que o crescimento seria prejudicado em todos os cenários modelados. Os documentos que foram divulgados no site BuzzFeed, apesar dos esforços para os manter confidenciais, mostram que um acordo mal negociado com a União Europeia levaria a economia a encolher 8% em 15 anos.
  • Além destas projecções negativas existem também rumores de que apoiantes do partido conservador de Theresa May pretendem a sua saída a seguir a ser conseguido um acordo com a Europa.
  • Referência Técnica: Em termos técnicos observa-se uma subida de mais de 6% só no mês corrente. O que também beneficia um trade de curto-prazo aproveitando uma correção desta subida aliado às más notícias referidas acima.

S&P 500: Após inúmeros máximos históricos, o principal índice norte-americano quebra o canal ascendente

  • Após um período de maior lateralização em Dezembro de 2017, o S&P 500 encetou uma impetuosa e – praticamente – ininterrupta subida durante o mês de Janeiro. O crescimento global sincronizado, o sentimento positivo a nível mundial que motivou uma generalizada procura por activos de risco e fraqueza do USD constituíram alguns dos principais catalisadores desta subida.
  • Ontem, o sell-off global nos mercados de dívida elevou a yield das obrigações norte-americanas a 10 anos acima dos 2,7%. Este movimento causou não só preocupação em relação a uma possível inversão da tendência descendente com três décadas, mas também sugeriu que, caso efectivamente as taxas de juro ajustem em alta, para além de potencialmente existirem alternativas ao mercado accionista moderadamente atractivas, será prudente rever as avaliações das empresas. Adicionalmente, é expectável que, mais cedo ou mais tarde, o USD retome a correlação positiva com as yields.
  • Referência técnica: O canal ascendente, vigente desde início do ano, foi ontem quebrado em baixo por intermédio de uma vela fortemente vendedora. Enquanto os próximos suportes se encontram assinalados no gráfico, é possível que o limiar inferior do canal sirva de resistência a eventuais subidas.

 

Este documento foi preparado exclusivamente para fins informativos, baseando-se em informações disponíveis para o público em geral e recolhida de fontes consideradas de confiança. O BiG não assume qualquer responsabilidade pela correcção integral da informação disponibilizada, nem deve entender-se nada do aqui é constante como indicador de que quaisquer resultados serão alcançados. Chama-se particularmente a atenção para o facto de que os resultados previstos são susceptíveis de alteração em função de modificações que se venham a verificar nos pressupostos que serviram de base à informação agora disponibilizada. Adverte-se igualmente que o comportamento anterior de qualquer valor mobiliário não é indicativo de manutenção de comportamento idêntico no futuro, bem como que o preço de quaisquer valores pode ser alterado sem qualquer aviso prévio. Alterações nas taxas de câmbio de investimentos não denominados na moeda local do investidor poderão gerar um efeito adverso no seu valor, preço ou rendimento. Este documento não foi preparado com nenhum objectivo específico de investimento. Na sua elaboração, não foram consideradas necessidades específicas de nenhuma pessoa ou entidade. O BiG, ou seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição, sujeita a alterações, em quaisquer dos títulos referenciados nesta nota. O BiG poderá disponibilizar informação adicional, caso tal lhe seja expressamente solicitado. Este documento não consubstancia uma proposta de venda, nem uma solicitação de compra para a subscrição de quaisquer valores mobiliários

 

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