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Corticeira Amorim: os lucros aumentam 7,4%

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Na semana passada a companhia Corticeira Amorim publicou as suas contas do primeiro semestre.

A evolução positiva de resultados deve-se, essencialmente, ao crescimento das vendas, que atingiram 354,8 M€, um aumento de 6,2% face aos primeiros seis meses de 2016 (334,0 M€). A redução verificada no ritmo de vendas (9,6% no primeiro trimestre versus 3,3% no segundo) já tinha sido antecipada, resultante essencialmente dodiferencial de número de dias de trabalho nestes períodos.

O contributo para o crescimento das vendas consolidadas resultou, acima de tudo, da evolução desta rubrica na Unidade de Negócio (UN) Rolhas (+8,6%), sobretudo obtido pelo efeito volume, a que se junta um impacto cambial favorável de aproximadamente 3,8 M€.

O EBITDA apresentou uma variação positiva, tendo-se fixado nos 70,6M€, um aumento de 7,2% relativamente ao primeiro semestre de 2016. Este desempenho resultou numa nova melhoria do rácio de EBITDA sobre as vendas, que passou de 19,7% para os 19,9%.

A função financeira continuou a beneficiar de reduzidos níveis de endividamento e de taxas de juro mais baixas. No final do semestre em análise, a dívida remunerada líquida ascendia a 11 M€, o que compara com os 36 M€ registados no final do exercício de 2016.

O rácio de autonomia financeira elevou-se aos 57%.

 

Corticeira Amorim: Dividendos

Em 7 de abril, a Assembleia Geral de Acionistas deliberou um dividendo bruto de 0,18 € por ação, cujo pagamento foi efetuado em 26 de abril, um desembolso que totalizou 23,9 M€.

Corticeira Amorim: Factos subsequentes

Em 19 de julho de 2017, a Corticeira Amorim, através da sua participada Amorim & Irmãos, SGPS, S.A celebrou um acordo de aquisição da S.A.S. Ets Christian Bourrassé (França). A sociedade detém integralmente o capital da sociedade Socori – Sociedade de Cortiças de Riomeão, S.A. (Portugal) e da sociedade Corpack Bourrassé S.A. (Chile) Nos termos do referido acordo, a Amorim & Irmãos, SGPS, S.A. adquire, num primeiro momento, 60% do capital social, pelo montante de 29 M€. Os restantes 40% serão adquiridos até 2022, por um preço que, tomando por referência o valor já pago pelos primeiros 60%, dependerá ainda da evolução da performance da Bourrassé nos próximos anos.

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