A rentabilidade dos portugueses mais ricos da bolsa em 2018

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As maiores fortunas da bolsa nacional encolheram no primeiro semestre deste ano. Vamos ver os 10 maiores investidores, as suas carteiras desvalorizaram em quase 700 milhões de euros. Veja quanto perdeu e ganhou cada um.

Alexandre Soares dos Santos

Valor do investimento:
4.370 milhões de euros

Perda potencial:
-1.351 milhões de euros
Alexandre Soares dos Santos tem o maior investimento na bolsa nacional. As acções da Jerónimo Martins controladas pela “holding” da família desvalorizaram 1,35 mil milhões de euros no semestre para 4,37 mil milhões.

Paula Amorim

Valor do investimento:
4.278 milhões de euros

Ganho potencial:
287,1 milhões de euros
Paula Amorim tem acções na Galp Energia e na Corticeira Amorim. Investimentos avaliados em 4,28 mil milhões de euros. Esta carteira de títulos valorizou 7,19% ou 287,1 milhões de euros, no primeiro semestre.

Pedro Queiroz Pereira

Valor do investimento:
3.870 milhões de euros
Ganho potencial:
721,2 milhões de euros
A terceira maior fortuna da bolsa é controlada por Pedro Queiroz Pereira e está repartida em acções da Semapa e da Navigator. Está avaliada em 3,87 mil milhões de euros e aumentou em 721 milhões de euros no semestre.

Paulo Azevedo

Valor do investimento:
2.579 milhões de euros

Perda potencial:
-254,7 milhões de euros
A “holding” da família Azevedo tem acções em todas as cotadas Sonae e na Nos. Estes investimentos valem mais de 2,5 mil milhões de euros. E, nos primeiros seis meses do ano, desvalorizaram mais de 254 milhões de euros.

Isabel dos Santos

Valor do investimento:
1.519 milhões de euros

Perda potencial:
-44,8 milhões de euros
Isabel dos Santos detém acções no capital da Nos e da Galp Energia. Um investimento avaliado em 1,5 mil milhões de euros. A queda das acções da dona da TV Cabo encolheu o investimento em 44,8 milhões de euros ou 2,87%.

António Mota

Valor do investimento:
441,6 milhões de euros

Perda potencial:
-121 milhões de euros
A “holding” da família Mota controla quase 65% da construtora. Um investimento avaliado em mais de 440 milhões de euros. A queda das acções no primeiro semestre reduziu este valor em 121 milhões de euros ou 21,51%.

Paulo Fernandes

Valor do investimento:
252,3 milhões de euros

Ganho potencial:
78,3 milhões de euros
Paulo Fernandes detém acções na Altri, Cofina e F. Ramada. Uma carteira que, no final do semestre, tinha um valor de 252 milhões de euros, mais 78,3 milhões do que no final do ano, graças à subida da Altri e da Cofina.

Manuel Champalimaud

Valor do investimento:
56,7 milhões de euros

Perda potencial:
-2,95 milhões de euros

 

Manuel Champalimaud é, através da Gestmin, o principal accionista dos CTT, tendo reforçado a sua posição no primeiro semestre. Estas acções têm um valor de 56,7 milhões de euros, menos 2,9 milhões do que em 2017 (-4,94%).

 

Joe Berardo

Valor do investimento:
51,3 milhões de euros

Perda potencial:
-4,79 milhões de euros

 

 

Joe Berardo, investidor histórico da bolsa nacional, tem uma posição qualificada na Sonae. Estas acções representavam um investimento de 51,3 milhões de euros, menos 8,53% do que em 2017. Perdeu 4,79 milhões.

Francisco Pinto Balsemão

Valor do investimento:
21,5 milhões de euros

Perda potencial:
-8,23 milhões de euros
A Impreger controla 51,81% da Impresa. Uma posição que valia 21,5 milhões de euros, no final do primeiro semestre. A queda das acções encolheu em 8,23 milhões de euros, ou 27,63%, este investimento.
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Sobre o autor

Filipe Silva

Conteúdo – Rankia Portugal

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