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As empresas mais sustentáveis da Bolsa de Lisboa

Em plena crise climática, em que de ano para ano urge reduzir as emissões de dióxido de carbono para tentar atingir as metas do tratado de Paris, a sustentabilidade é cada vez mais importante e fundamental. E as pessoas demonstram cada vez mais consciência para esse tema.

A sustentabilidade ambiental tornou-se, por isso, uma prioridade das empresas, e os factores ambientais, sociais e de inclusão entraram no léxico empresarial. Já não dá para ignorar esses temas, porque não existe plano b, e porque os consumidores prestam cada vez mais atenção ao engajamento social dos produtos que consomem. Por isso, existem cada vez mais empresas e marcas empenhadas na sustentabilidade.

Fomos olhar para as empresas cotadas na Bolsa de Lisboa e perceber quais são aquelas sendo mais sustentáveis na actualidade, de acordo com o índice RSC. Estas iniciais são de Responsabilidade Social Corporativa – em Inglês o equivalente é o ESG – e os seus eixos basilares são o Ambiente, o meio Social e a Governança Corporativa.

As empresas mais sustentáveis da Bolsa de Lisboa

1. EDP

A líder das empresas sustentáveis da Bolsa de Lisboa é EDP, a principal empresa de electricidade a operar em solo nacional. Não é uma liderança que traga grandes surpresas, tendo em conta o investimento que a EDP tem feito nos últimos anos nas energias renováveis. Além disso, a própria empresa anunciou que até ao ano 2025 pretende ser, em tempos comerciais, 100 por cento verde. Curiosamente, a outra empresa do grupo dedicada exclusivamente às energias renováveis, a ED Renováveis, só surge na quarta posição deste ranking.

2. Galp Energia

A Galp, que surge na segunda posição, é a única que consegue fazer alguma sombra à EDP, já que são as únicas com classificação A de acordo com o sistema que calcula o seu rating sustentável. Apesar de ser uma empresa petrolífera, a Galp faz um grande esforço em tornar-se mais verde, especialmente com um grande plano de descarbonização, que tem o objectivo final de se transformar num negócio com emissões zero. Finalmente, mas não menos importante, a empresa tem ainda investido num plano de protecção da biodiversidade, dos recursos hídricos e dos solos em Portugal.

3. CTT

Com alguma surpresa, o último lugar do pódio é ocupado pelos CTT, os Correios de Portugal. Desde a sua privatização, durante o Governo liderado por Passos Coelho, que a actuação da empresa gera muitas críticas do público, mas o que é certo é que esta faz um grande esforço do ponto de vista social e ambiental. Além das políticas verdes implementadas, os CTT beneficiam da conversão do negócio que têm feito, posicionando-se assim numa posição muito boa de acordo com o índice ESG.

4. Sonae

Como já abordámos acima a EDP Renováveis, que surge na quarta posição desta lista, passamos directamente para a SONAE. Dividida em vários sectores de actuação, que vão do retalho alimentar à indústria da madeira, a SONAE tem-se desdobrado numa política ambiental e social responsável, implementando mudanças bastante visíveis no seu dia-a-dia. Desde o movimento Plástico Responsável até às várias certificações internacionais obtidas, o grupo SONAE, que é o maior empregador privado de Portugal, mostra que Belmiro de Azevedo é um empresário com uma visão moderna do mundo e da actualidade.

5. Mota-Engil

Finalmente, menção para a Mota-Engil, que surge na sexta posição desta lista. Num score que vai de 0 a 100, a Mota-Engil obteve 61,37 na avaliação dos factores ambientais, sociais e de governo societário, que têm cada vez mais velo na avaliação das empresas, incluindo estas, cotadas em bolsa e, como tal, das mais poderosas e importantes do país. A Mota-Engil é a líder na construção civil em Portugal e não descura a sua pegada ambiental nem a sua responsabilidade social. O objectivo é criar valore com base nas melhores práticas internacionais, apostar na eficiência energética e na inovação, proteger o meio ambiente e gerir o capital humano com ética empresarial e com base no diálogo integrado entre todas as partes interessadas.

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