5 Regras importantes a ter em mente sobre ETFs

Aqui estão 5 regras-chave a ter em mente ao escolher um ETF.

1. Contagem e Futuros

  • A teoria: alguns investidores afirmam que os ETFs que utilizam futuros com exposição a ativos subjacentes – como ETFs de gás natural, imitam movimentos nos preços do gás spot. Isso é falso, uma vez que as estratégias que governam os futuros geralmente dependem da inclinação da curva de futuros.
  • A prática: no quadro a seguir, podemos ver como o desempenho do VIX antecipa a volatilidade do mercado de ativos, comprado com o VXX, um ETF que replica o desempenho de um índice composto por futuros VIX.

2. Questões de impacto monetário

  • A teoria: um investimento nos ativos do mercado internacional envolve uma aposta na moeda subjacente. Uma vez que um investimento em títulos japoneses implica uma posição longa no iene e uma posição curta no dólar. Muitas vezes o impacto das flutuações cambiais, é tão importante quanto a evolução do subjacente.
  • Exemplo: O gráfico a seguir mostra o desempenho de 2 ETFs japoneses. Como o portfólio é praticamente o mesmo, podemos ver uma diferença: o WisdomTree Japan Hedged Equity Fund (DXJ), que é coberto contra o risco de câmbio, enquanto o iShares MSCI Japan Index Fund (EWJ) sai do risco de taxa de câmbio. Quando o iene está aumentando em relação ao dólar, o EWJ sobe. Enquanto o iene diminui o DWJ, ele supera o EWJ.

3. Small Cap e o Large Cap

  • A teoria: quando usamos ETFs expostos aos mercados internacionais, os investidores têm a escolha entre o Small Cap e o Large Cap. As duas alternativas, por mais parecidas que pareçam, diferem em risco e desempenho.
  • A prática: a tabela a seguir mostra-nos 2 etfs Indians, o SCIN composto por Smallcap e o INP relacionado a um índice composto por Largecap. Smallcaps apresentam geralmente uma maior volatilidade tanto para cima como para baixo. No gráfico, podemos ver que as perdas da
    pequena planta indiana, em relação ao limite grande, foram mais significativas no segundo período. Mas isso não exclui o fato de que, no primeiro período, o smallcap obteve melhores rendimentos do que o largecap.

4. Erro de acompanhamento, despesas

  • A teoria: mesmo entre ETFs que devem ser idênticos – aqueles que replicam o mesmo índice – diferenças podem ser vistas. Essas diferenças são devido a comissões cobradas por cada um e ao erro de rastreamento; O que contribui para que os resultados não sejam idênticos.
  • Prática: no quadro a seguir, podemos ver as diferenças entre o VWO da Vanguard e o EEM do iShares, dois etfs que replicam o MSCI Emerging Markets. Os dois etf são quase idênticos em desempenho, com a única diferença de que a VWO cede mais do que o EEM, devido à diferença de comissões: a VWO cobra comissões de 0,20% em comparação com 0,67% cobradas pelo EEM.

5. Estilo vs. Valor

  • A teoria: para os investidores que procuram valores mobiliários ou crescimento, existem muitas possibilidades no “universo amplo” dos ETFs. No mercado de etfs podemos encontrar mais etn genéricos e mais específicos.
  • Prática: o gráfico abaixo irá comprar dois filhos expostos a uma “cesta” de ações similares. Estes são o iShares MidCap 400 Value Index Fund (IJJ) eo Guggenheim S & P MidCap 400 Pure Value ETF (RFV – com a palavra “Pure” referem-se ao fato de que este etf é mais específico e especializado em um setor específico). Como podemos ver a partir dos dados históricos, os rendimentos obtidos pela RFV (que tem um portfólio muito mais específico do que o IJJ) é maior do que o IJJ).

Sobre o autor

Filipe Silva

Conteúdo – Rankia Portugal

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