O caminho intermédio entre a gestão passiva e ativa

Patricia Mata, chefe do grupo Fintech CIMD

Augusto García Boyano, diretor de investimentos da Intermoney Gestión

 

Acreditamos firmemente que a tecnologia é um dos pilares do crescimento mundial da gestão dos fundos. A tecnologia Fintech pode servir como um elemento estratégico diferencial quando se trata de gerir e também como uma vantagem financeira para o investidor final.

Nesse sentido, na eterna discussão sobre gestão passiva e gestão ativa, acreditamos que exista um caminho intermédio: uma gestão eficiente apoiada na tecnologia, embora com um valor humano acrescentado, tanto no processo de investimento com base no conhecimento dos gestores, como no monitoramento e na interação com o cliente.

O fator humano no momento da gestão é necessário e nós diremos mesmo que essencial, uma vez que é necessário fazer uma escolha de stok correta e alocação de ativos com diversificação de produtos. Mas a maioria do processo que ocorre antes da entrada do gestor, pode ser automatizada, ajudando a economizar custos. Assim, entendemos a palavra roboadvisor, não como sinónimo de automatização de gestão do fundo ou de gestão do portfólio do cliente, mas como automatização do processo de investimento prévio.

Durante muitos anos, o conselho financeiro tradicional esteve fora de alcance da maioria dos economistas devido aos altos custos de gestão e às exigências de capital minimo dos investidores, tornando este serviço acessível apenas para clientes de private banking. No entanto, a tecnologia democratizou o investimento reduzindo custos e melhorando a sua acessibilidade. As Fintech simplificam bastante a vida dos investidores.

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