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Bruxelas retira Portugal do défice excessivo

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Bruxelas decidiu retirar Portugal do Procedimento dos Défices Excessivos, reconhecendo assim o progresso dos seus indicadores econômicos certificando por isso o caminho certo empreendido pelo governo socialista. Dissipa, por isso, a sombra de possíveis sanções e adquire uma maior flexibilidade para financiar as reformas estruturais de que necessita.

A medida vai economizar o Estado Português cerca de 250 milhões de euros por ano em juros, e também dá um aceno para o país em termos de imagem financeira internacional.

Já o ministro das Finanças de Portugal, Mário Centeno perante os jornalistas lusos, afirmou que esta medida: “trará novas notícias em outra dimensão”, especialmente na melhoria das condições de financiamento do país.

“Este é um dia importante para Portugal. Recomendamos a revogação do procedimento por défice excessivo e esperamos que o apoiem os outros estados membros.

Este fato simboliza o longo caminho que os Portugueses têm vindo a percorrer culminando no  superar das dificuldades desta crise, invertendo a direcção da sua economia de volta ao caminho do crescimento “, disse o Vice-Presidente, Valdis Dombrovskis.

Valdis Dombrovskis sublinhou, ainda, que o país deve continuar “empenhado num ambicioso plano de reformas estruturais” que deve incluir uma despesa pública mais eficiente, o controlo dos gastos com saúde e pensões e uma resposta aos elevados níveis de crédito malparados na banca. Bruxelas quer ainda uma melhoria das políticas do mercado de trabalho. “Convido as autoridades portuguesas a aproveitar este momento e agir agora com determinação para que Portugal desbloqueie o seu verdadeiro potencial e cresça no sentido de numa economia resiliente, dinâmica e inovadora”, disse.

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