Melhores gestores de fundos em Portugal 2026: ranking e análise

Quando se analisam os gestores de fundos que mais se têm destacado, olhar apenas para a rendibilidade de um determinado ano pode dar uma visão incompleta. A consistência dos resultados, o risco assumido, o comportamento em diferentes ciclos de mercado e o período durante o qual o profissional esteve efetivamente responsável pelo fundo são fatores igualmente relevantes.

Além disso, nem todos os fundos podem ser comparados diretamente, um fundo de ações nacionais, um fundo dedicado ao setor financeiro e um fundo de obrigações têm objetivos, universos de investimento e níveis de risco diferentes.

Neste artigo analisamos alguns dos gestores de fundos em Portugal que se têm destacado pela sua trajetória, pelos resultados dos fundos sob a sua gestão ou por distinções atribuídas no setor. A seleção tem caráter informativo e não constitui uma recomendação de investimento.

Melhores gestores de fundos em Portugal pela sua trajetória

Não existe uma única métrica capaz de determinar quem é o melhor gestor de fundos. Por esse motivo, a tabela seguinte combina diferentes elementos, como resultados recentes, trajetória, prémios atribuídos aos fundos e informação publicada pelas respetivas sociedades gestoras.

Os valores apresentados correspondem aos dados disponíveis no final de agosto ou início de setembro de 2026, consoante a data de atualização de cada fundo.

Gestor

Fundo ou estratégia

Dados recentes

Categoria

Virgílio Garcia

Sixty Degrees Ações Portugal

31,95% em 2025 e 16,35% em 2026 até 31 de agosto

Ações nacionais

Pedro Barata

GNB Portugal Ações

Cerca de 19,6% nos 12 meses terminados em 4 de setembro de 2026

Ações nacionais

David Afonso e António Dias

IMGA Ações Portugal

470,4 milhões de euros sob gestão em fevereiro de 2026

Ações nacionais

José França

Montepio Euro Financial Services

38,57% em 2025; distinguido nos Prémios Melhores Fundos 2026

Ações setoriais

Manuel Aguiar

GNB Capital

Distinguido como Melhor Outros OIC de Obrigações em 2026

Obrigações

João Ramos e Ana Aguiar

IMGA Portuguese Corporate Debt

48,7 milhões de euros sob gestão em maio de 2026

Obrigações de empresas

João Zorro

GNB Equilibrado

7,87% nos 12 meses até 13 de agosto de 2026

Fundo misto

As rendibilidades passadas não garantem resultados futuros. Além disso, fundos pertencentes a categorias diferentes não devem ser comparados apenas através da rendibilidade absoluta.

Virgílio Garcia – Sixty Degrees Ações Portugal

Virgílio Garcia está ligado à gestão do Sixty Degrees Ações Portugal, fundo que investe predominantemente em empresas cotadas na Euronext Lisbon.

A estratégia tem como foco o mercado acionista nacional e foi lançada em setembro de 2021. Em 2025, o fundo registou uma rendibilidade de 31,95%. Entre janeiro e 31 de agosto de 2026, acumulava 16,35%. Desde o lançamento até essa mesma data, a rendibilidade acumulada indicada pela gestora era de 100,74%.

Outro indicador da trajetória recente foi a distinção atribuída nos Prémios Melhores Fundos Jornal de Negócios/APFIPP 2026. O Sixty Degrees Ações Portugal, Categoria I, venceu na categoria de OIC de Ações Nacionais. A avaliação teve como referência os dados até 31 de dezembro de 2025.

Segundo a própria gestora, o fundo apresentou uma rendibilidade anualizada de 18,0% nos três anos terminados em 31 de dezembro de 2025, equivalente a uma valorização acumulada de 64,5% nesse período.

A concentração em empresas portuguesas significa, contudo, que a evolução do fundo está particularmente ligada ao comportamento do mercado bolsista nacional.

Pedro Barata – GNB Portugal Ações

Pedro Barata é gestor de fundos e analista na GNB Gestão de Ativos e está responsável pelo GNB Portugal Ações desde 2016.

A sua experiência na gestão de ações é anterior: trabalhou na BPI Gestão de Activos entre 2001 e 2007 e desempenhou anteriormente funções relacionadas com negociação de obrigações.

O GNB Portugal Ações é um fundo criado em 1997 e investe maioritariamente em ações de emitentes sediados em Portugal. A 4 de setembro de 2026, tinha aproximadamente 87,1 milhões de euros sob gestão e apresentava um nível de risco 5 numa escala de 1 a 7.

Entre 4 de setembro de 2025 e 4 de setembro de 2026, o valor da unidade de participação passou de 9,1436 euros para 10,9397 euros, o que corresponde a uma valorização de aproximadamente 19,6% nesse período.

Como se trata de um fundo concentrado no universo acionista português, os seus resultados devem ser analisados face a estratégias com uma exposição semelhante, e não diretamente face a fundos globais, de obrigações ou multiativos.

David Afonso e António Dias – IMGA Ações Portugal

David Afonso e António Dias surgem, respetivamente, como gestor e co-gestor do IMGA Ações Portugal nas fichas publicadas pela IM Gestão de Ativos em 2026.

O fundo investe predominantemente em ações e apresentava, a 27 de fevereiro de 2026, cerca de 470,4 milhões de euros sob gestão, o indicador sintético de risco encontrava-se no nível 4.

Por se tratar de uma estratégia focada em ações portuguesas, o desempenho está naturalmente condicionado pela evolução das empresas cotadas no mercado nacional e pelas decisões de seleção e ponderação realizadas pela equipa de gestão.

Neste tipo de fundo, para além da rendibilidade, é relevante analisar aspetos como volatilidade, concentração das principais posições, comportamento face ao índice de referência e consistência ao longo de vários anos.

José França – Montepio Euro Financial Services

José França é gestor na Montepio Gestão de Activos e está associado ao Montepio Euro Financial Services, um fundo orientado para empresas do setor financeiro.

O fundo registou uma rendibilidade de 38,57% em 2025, ficando entre os fundos mobiliários nacionais com maior valorização nesse exercício.

Em 2026, o Montepio Euro Financial Services voltou também a ser distinguido nos Prémios Melhores Fundos, na categoria Outros OIC de Ações, foi o terceiro ano consecutivo em que recebeu esta distinção.

Apesar destes resultados, é importante ter em conta a natureza setorial da estratégia. Um fundo concentrado em empresas financeiras pode beneficiar de períodos particularmente favoráveis ao setor, mas também ficar mais exposto a acontecimentos que afetem especificamente bancos, seguradoras ou outras empresas financeiras.

 Manuel Aguiar – GNB Capital

Manuel Aguiar é analista e gestor de fundos na GNB Gestão de Ativos. Está ligado à gestão de fundos de obrigações desde 2018 e tem experiência em análise de crédito de diferentes setores, incluindo telecomunicações, utilities, consumo e entidades financeiras.

Entre os fundos sob a sua responsabilidade encontra-se o GNB Capital, cuja carteira é composta por instrumentos de rendimento fixo, incluindo obrigações de taxa fixa e variável, dívida pública, dívida privada, papel comercial e outros instrumentos denominados em euros.

Em 2026, o GNB Capital foi distinguido nos Prémios Melhores Fundos Jornal de Negócios/APFIPP na categoria Outros OIC de Obrigações.

Entre 4 de setembro de 2025 e 4 de setembro de 2026, o valor da unidade de participação passou de 5,8524 euros para 5,9401 euros.

Os resultados de um fundo deste tipo devem ser analisados dentro do universo de obrigações. Fatores como taxas de juro, duração da carteira, risco de crédito e qualidade dos emitentes podem ter um impacto significativo na sua evolução.

João Ramos e Ana Aguiar – IMGA Portuguese Corporate Debt

João Ramos e Ana Aguiar são, respetivamente, gestor e co-gestora do IMGA Portuguese Corporate Debt.

Trata-se de um fundo de obrigações lançado em fevereiro de 2024. Na ficha referente a maio de 2026, o fundo apresentava aproximadamente 48,7 milhões de euros sob gestão, com um indicador sintético de risco de nível 3.

A estratégia está direcionada para dívida empresarial, o que significa que a análise não se limita à evolução das taxas de juro. O risco de crédito dos emitentes, os spreads das obrigações e as condições do mercado de financiamento empresarial são igualmente relevantes.

O histórico do fundo ainda é relativamente curto quando comparado com produtos lançados há várias décadas. Por esse motivo, períodos de três, cinco ou dez anos ainda não estão disponíveis para uma análise equivalente à de fundos mais antigos.

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João Zorro – GNB Equilibrado

João Zorro é diretor responsável pela área de Ações e Obrigações na GNB Gestão de Ativos. Segundo a gestora, é responsável pela equipa de obrigações desde 2000 e pela equipa de ações desde 2020.

Entre as estratégias associadas à sua gestão encontra-se o GNB Equilibrado, um fundo multiativos que pode investir em diferentes organismos de investimento coletivo, incluindo fundos de ações e ETF.

A 13 de agosto de 2026, o fundo apresentava aproximadamente 35 milhões de euros sob gestão. A rendibilidade nos 12 meses anteriores era de 7,87%, enquanto em 2025 tinha registado 4,28%. O nível de risco indicado era 4 numa escala de 1 a 7.

Num fundo misto, a distribuição entre ações, obrigações e outros ativos pode variar. Por isso, a rendibilidade deve ser interpretada juntamente com a composição da carteira e o risco assumido em cada período.

Melhores gestores de ações

Os fundos de ações podem ter universos de investimento muito diferentes. Alguns concentram-se no mercado nacional, enquanto outros investem globalmente ou em setores específicos.

Além dos gestores analisados anteriormente, existem outros profissionais ligados a estratégias acionistas que merecem ser considerados quando se analisa o setor da gestão de ativos.

Vasco Moreno – BGF FinTech Fund

Vasco Moreno integra a equipa de gestão do BGF FinTech Fund, da BlackRock, juntamente com Hashim Bhattee.

O fundo investe no universo das empresas ligadas à tecnologia financeira e, por essa razão, apresenta uma exposição temática bastante diferente da dos fundos generalistas de ações.

A informação disponibilizada pela BlackRock identifica Vasco Moreno e Hashim Bhattee como gestores do fundo. Em 7 de setembro de 2026, a classe A2 em dólares apresentava um valor liquidativo de 15,28 dólares, enquanto a classe A2 com cobertura cambial em euros apresentava um valor liquidativo de 12,38 euros.

Entre as principais posições do fundo no final de agosto encontravam-se empresas relacionadas com pagamentos, serviços financeiros digitais e plataformas tecnológicas financeiras.

Devido à concentração temática, o comportamento de um fundo de fintech pode diferir substancialmente do desempenho do mercado acionista global.

Miguel Mendes – Montepio Euro Healthcare

Miguel Mendes é um dos gestores associados ao Montepio Euro Healthcare, fundo dedicado ao setor da saúde.

Em 2026, o fundo passou a integrar o Rating FundsPeople em Portugal. Miguel Mendes é identificado como um dos seus gestores, enquanto Rui Nápoles é responsável de Investimentos da Montepio Gestão de Activos.

Uma estratégia setorial deste tipo pode incluir empresas ligadas, entre outras áreas, à indústria farmacêutica, equipamentos médicos e serviços de saúde.

Tal como acontece com o Montepio Euro Financial Services, a especialização num único setor deve ser considerada ao interpretar os resultados. A comparação com um fundo global diversificado pode não refletir adequadamente as diferenças de risco e de universo de investimento.

Pedro Barata – GNB Portugal Ações

Pedro Barata volta a surgir nesta análise porque o GNB Portugal Ações é uma das estratégias nacionais com um histórico mais longo.

O fundo iniciou atividade em setembro de 1997 e Pedro Barata está responsável pela respetiva gestão desde 2016. A combinação de um histórico prolongado do produto com vários anos de permanência do mesmo gestor permite analisar períodos mais extensos do que nos fundos recentemente lançados.

Ainda assim, o desempenho histórico do fundo anterior à entrada do atual gestor não deve ser automaticamente atribuído à gestão atual.

Melhores gestores de rendimento fixo e fundos mistos

Nos fundos de rendimento fixo e multiativos, os fatores que influenciam os resultados são diferentes dos observados nos fundos exclusivamente acionistas.

Taxas de juro, spreads de crédito, maturidades, qualidade dos emitentes e proporção de ações na carteira podem ter um impacto relevante.

Manuel Aguiar – GNB Capital

O GNB Capital constitui um exemplo de uma estratégia centrada em obrigações.

Manuel Aguiar está ligado à gestão de fundos de obrigações desde 2018 e a sua atividade inclui também análise de crédito. O fundo foi distinguido na edição de 2026 dos Prémios Melhores Fundos na categoria Outros OIC de Obrigações.

Por ter um perfil de risco e um universo de investimento diferentes de um fundo de ações, uma rendibilidade absoluta inferior não significa necessariamente um resultado inferior quando ajustado ao risco.

 João Ramos e Ana Aguiar – IMGA Portuguese Corporate Debt

O IMGA Portuguese Corporate Debt centra-se sobretudo no mercado de dívida empresarial e é gerido por João Ramos, com Ana Aguiar como co-gestora.

A ficha de maio de 2026 indicava 48,7 milhões de euros em ativos sob gestão, nível de risco 3 e início de atividade em fevereiro de 2024.

O fundo encontra-se ainda numa fase relativamente inicial do seu histórico, pelo que a comparação com estratégias que existem há dez ou vinte anos deve ter em conta esta diferença.

João Zorro – GNB Equilibrado

O GNB Equilibrado representa uma abordagem multiativos.

A política do fundo permite investir entre 20% e 50% do valor líquido global em ações ou fundos de ações, podendo o restante património ser distribuído por outras classes de ativos dentro dos limites estabelecidos.

Esta flexibilidade significa que a evolução do fundo depende tanto das decisões de seleção dos instrumentos como da própria distribuição do portefólio entre classes de ativos.

Paulo Loureiro Joaquim – PPR Vintage Sustentável

Paulo Loureiro Joaquim está ligado à gestão de fundos de rendimento fixo e fundos balanceados na GNB.

Segundo a informação publicada pela entidade, gere fundos de taxa fixa europeus e globais desde dezembro de 2015 e fundos balanceados desde 2004. A sua experiência na GNB remonta a 1997.

Um dos produtos associados à sua gestão é o PPR Vintage Sustentável. A 4 de setembro de 2026, este produto tinha aproximadamente 44,1 milhões de euros sob gestão.

A política de investimento prevê que mais de 50% do património esteja aplicado em obrigações de taxa fixa, enquanto a exposição a ações está limitada a um máximo de 15%. Esta composição ajuda a explicar por que razão o comportamento do produto não deve ser comparado diretamente com fundos de ações.

Como interpretar este ranking de gestores: enviesamentos a ter em conta

Um ranking de gestores pode ser útil para conhecer profissionais e estratégias, mas não deve ser interpretado como uma classificação definitiva.

Existem vários fatores que podem influenciar os resultados:

  • Enviesamento de seleção: esta análise centra-se em gestores e fundos para os quais existe informação pública suficientemente atualizada. Não representa todo o universo de profissionais de gestão de ativos.
  • Categorias diferentes: não é adequado comparar diretamente um fundo de ações portuguesas com um fundo de obrigações ou um fundo dedicado exclusivamente ao setor financeiro.
  • Períodos diferentes: alguns produtos têm décadas de histórico, enquanto outros foram lançados há apenas dois ou três anos.
  • Consistência: uma rendibilidade elevada num único exercício não permite concluir, por si só, que um gestor terá resultados semelhantes no futuro.
  • Mudanças na equipa: o histórico de um fundo pode incluir períodos durante os quais a gestão esteve a cargo de outros profissionais.

Os próprios Prémios Melhores Fundos Jornal de Negócios/APFIPP procuram ultrapassar parte destas limitações ao considerar critérios quantitativos e a consistência dos resultados, em vez de se basearem exclusivamente na rendibilidade de um único período.

Quando deve haver cautela ao analisar um gestor “estrela”?

O facto de um gestor ter apresentado resultados particularmente elevados não significa que esses resultados se mantenham nos anos seguintes.

Existem alguns cenários nos quais os dados exigem um contexto adicional.

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Quando os resultados se concentram num único ano

Uma estratégia pode beneficiar de condições de mercado particularmente favoráveis durante alguns meses.

Por exemplo, um fundo setorial pode apresentar uma rendibilidade muito elevada quando o setor em que está concentrado atravessa um período de forte valorização, entretanto, isso não significa necessariamente que o mesmo ritmo se mantenha.

Analisar horizontes de três, cinco ou mais anos, quando existe histórico suficiente, permite reduzir o peso de um exercício isolado.

Quando o fundo cresce muito rapidamente

O aumento dos ativos sob gestão não é necessariamente positivo ou negativo por si só.

No entanto, estratégias concentradas em empresas de menor capitalização ou ativos menos líquidos podem enfrentar limitações diferentes quando o património gerido aumenta significativamente.

O impacto depende da estratégia, da liquidez dos ativos e da forma como a equipa gere novas entradas de capital.

Quando muda a equipa de gestão

Nos fundos de gestão ativa, é importante distinguir o histórico do produto do histórico do gestor atual.

Se um fundo existe há 15 anos, mas o profissional atualmente responsável assumiu funções há apenas três anos, não é correto atribuir-lhe automaticamente os resultados de todo o período.

Por isso, a permanência do gestor é um elemento importante na interpretação de um histórico de rendibilidade.

Quando os custos são elevados

As comissões têm impacto na rendibilidade líquida recebida pelo participante.

Fundos com estratégias semelhantes podem apresentar estruturas de custos diferentes, incluindo comissões de gestão, depósito, subscrição ou resgate, consoante o produto e a classe.

Os custos devem, por isso, ser analisados juntamente com a estratégia, o risco e a rendibilidade, e não de forma isolada.

Onde contratar estes fundos?

A forma de aceder aos fundos mencionados depende da respetiva sociedade gestora, da classe disponível, das entidades comercializadoras e das condições aplicáveis a cada produto.

Alguns fundos podem ser subscritos diretamente através das entidades pertencentes ao mesmo grupo financeiro da sociedade gestora, outros encontram-se disponíveis em bancos ou plataformas de distribuição externas.

Por exemplo, a ficha atual do GNB Portugal Ações identifica entre as entidades comercializadoras o novobanco, Banco Best, ActivoBank e Banco Invest, além da própria GNB Gestão de Ativos.

A disponibilidade pode variar entre fundos e classes, por isso, antes de qualquer eventual subscrição, devem ser consultados o Documento de Informação Fundamental, o prospeto e a informação mais recente sobre comissões e montantes mínimos.

Lightyear: acesso a ETF e fundos do mercado monetário

Para além dos fundos de gestão ativa analisados neste artigo, existem plataformas disponíveis em Portugal através das quais é possível aceder a outros tipos de fundos, como ETF e fundos do mercado monetário.

Uma dessas plataformas é a Lightyear, a sua oferta inclui uma gama de ETF de diferentes sociedades gestoras internacionais e fundos do mercado monetário.

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Na negociação de ETF, a Lightyear não cobra comissão de execução nem de custódia. Continuam, contudo, a aplicar-se as comissões de gestão cobradas pelo próprio fundo. A plataforma cobra também uma comissão de 0,35% quando é necessária conversão cambial.

A Lightyear disponibiliza ainda fundos do mercado monetário geridos pela J.P. Morgan Asset Management para clientes em Portugal. Em 8 de setembro de 2026, a opção em euros apresentava uma taxa anual efetiva de 2,25% após as comissões consideradas no cálculo publicado pela plataforma, esta taxa é variável e pode mudar diariamente em função das condições do mercado monetário e das taxas de juro.

Característica

Lightyear

ETF

Sem comissão de execução e custódia da plataforma

Comissões próprias dos ETF

Aplicam-se as comissões de gestão do respetivo fundo

Fundos do mercado monetário

Disponíveis em Portugal, incluindo fundos geridos pela J.P. Morgan Asset Management

Comissão anual da Lightyear no FMM em EUR

0,10%

Conversão cambial   

0,35%

Comissão de conta

0 €

Nos fundos do mercado monetário, a plataforma indica um nível de risco 1 numa escala de 1 a 7 e uma classificação AAA para os fundos apresentados. Apesar do perfil de risco reduzido, estes produtos são investimentos e não depósitos bancários, pelo que existe risco de perda de capital.

O que podemos aprender com os melhores gestores de fundos?

A principal conclusão é que não existe uma única forma de definir o melhor gestor.

Virgílio Garcia, Pedro Barata, David Afonso, António Dias, José França, Manuel Aguiar, João Ramos, Ana Aguiar, João Zorro e os restantes profissionais abordados neste artigo trabalham com estratégias que podem apresentar características muito diferentes.

Alguns estão concentrados em ações nacionais, outros em setores específicos, enquanto outros gerem obrigações ou fundos com várias classes de ativos.

Por isso, uma comparação baseada apenas na rendibilidade pode produzir conclusões pouco representativas.

Para interpretar a trajetória de um gestor, é útil considerar simultaneamente:

  • a rendibilidade em diferentes períodos;
  • o risco assumido;
  • a categoria do fundo;
  • o índice de referência, quando aplicável;
  • as comissões;
  • o tempo durante o qual o gestor esteve responsável pelo fundo;
  • a consistência dos resultados;
  • eventuais alterações na equipa ou na política de investimento.

Os resultados históricos ajudam a compreender o comportamento passado de uma estratégia, mas não permitem prever a sua evolução futura.

A referência aos gestores, fundos, sociedades gestoras e plataformas presentes neste artigo tem caráter exclusivamente informativo e não constitui uma recomendação de investimento. O valor dos investimentos pode aumentar ou diminuir e existe risco de perda de capital.

Disclaimer:

Lightyear: A prestação de serviços de investimento é assegurada pela Lightyear Europe AS. Aplicam-se os termos: lightyear.com/terms. Consulte um profissional qualificado, caso tenha dúvidas. Capital em risco.

Podem aplicar-se outras comissões.

RANKIA PORTUGAL: Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações aqui contidas não constituem aconselhamento financeiro, nem recomendação de compra ou venda de quaisquer instrumentos financeiros. A rentabilidade passada não garante retornos futuros. Antes de tomar decisões de investimento, recomenda-se a consulta de um profissional devidamente habilitado.

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