IPO da SpaceX em 2026: como comprar ações?
ETFs sem comissões
Visitar LightyearO 12 de junho de 2026 poderá tornar-se uma data importante para muitos investidores. Segundo informações avançadas pela Reuters, a SpaceX poderá estrear-se na Nasdaq nessa data, com o ticker SPCX, numa operação que poderá vir a estar entre as maiores IPO da história dos mercados financeiros. A empresa estará a apontar para uma avaliação próxima de 1,75 biliões de dólares e para uma captação que poderá chegar aos 75 mil milhões de dólares.
Para encontrar um antecedente com uma dimensão comparável, é necessário recuar à IPO da petrolífera Saudi Aramco, que em 2019 protagonizou a maior entrada em bolsa até à data, com uma captação de 29,4 mil milhões de dólares. A operação da SpaceX, caso se concretize nos termos reportados, poderá mais do que duplicar esse valor.
Depois de vários anos de expectativa em torno da evolução da SpaceX, a empresa poderá finalmente passar a negociar em mercado organizado, ficando acessível também a investidores particulares. Neste contexto, surgem várias questões:
- Como será possível investir em ações da SpaceX?
- Existe alguma forma de obter exposição antes da entrada em bolsa?
- E que fatores devem ser analisados num momento em que o interesse do mercado é particularmente elevado?
O que é a SpaceX e porque é diferente das restantes empresas?
A SpaceX foi fundada em 2002 por Elon Musk com um objetivo ambicioso: reduzir o custo de acesso ao espaço e, a longo prazo, tornar possível a presença humana noutros planetas. Mais de duas décadas depois, a empresa tornou-se uma das principais referências mundiais no setor espacial privado.
O negócio da SpaceX assenta em três grandes pilares, que ajudam a explicar o interesse em torno da sua eventual entrada em bolsa.
Lançadores reutilizáveis: Falcon 9 e Starship
O Falcon 9 é um dos foguetões mais utilizados do mundo em lançamentos comerciais e institucionais. A sua capacidade de reutilização foi um dos fatores que mais contribuiu para reduzir os custos de lançamento e aumentar a frequência das missões espaciais.
Já o Starship representa a próxima fase da estratégia da empresa. Trata-se de um sistema de lançamento de grande capacidade, desenhado para missões à Lua, a Marte e para o transporte espacial pesado.
Starlink, a constelação de satélites
A Starlink é a rede de internet por satélite da SpaceX e constitui uma das áreas de maior crescimento da empresa. A constelação opera em órbita baixa e tem como objetivo fornecer internet de alta velocidade em zonas com pouca cobertura, além de servir clientes empresariais, marítimos, aeronáuticos, governamentais e militares.

Em 2026, a Starlink já tinha ultrapassado os 10 milhões de assinantes, segundo dados reportados por fontes do setor. Este modelo de receitas recorrentes é um dos elementos que poderá ter peso relevante na avaliação atribuída à SpaceX.
Starlink: a constelação de satélites que fornece acesso à internet em diferentes regiões do mundo.
Inteligência artificial e xAI
Após a aquisição da xAI, a empresa de inteligência artificial de Elon Musk, a SpaceX passou também a estar associada ao desenvolvimento de infraestruturas de inteligência artificial aplicadas ao espaço, comunicações e defesa. s.
Neste sentido, a SpaceX já não pode ser vista apenas como uma empresa espacial. O grupo posiciona-se na interseção entre espaço, telecomunicações, defesa e inteligência artificial, quatro áreas com forte peso estratégico e elevado investimento previsto nas próximas décadas.
Dados principais da IPO da SpaceX em 2026: datas, avaliação e mercados
Os detalhes confirmados e esperados no momento da redação deste artigo, no final de maio de 2026, são os seguintes:
| Detalhe | Dado |
| 📅 Data prevista da IPO | 12 de junho de 2026 |
| 🏛️ Mercado | Nasdaq |
| 🏷️ Ticker | SPCX |
| 💰 Avaliação objetivo | 1,75 – 2 biliões de dólares |
| 📈 Captação prevista | 50 – 75 mil milhões de dólares |
| 👥 Quota reservada ao retalho | Até 30% das ações |
| ✂️ Fracionamento de ações | 5-for-1, para tornar o valor mais acessível |
| 🗺️ Roadshow | A partir de 4 de junho de 2026 |
Assim, a estreia na Nasdaq está prevista para 12 de junho de 2026. A BlackRock estará a avaliar um investimento entre 5 e 10 mil milhões de dólares, o que demonstra o elevado interesse institucional em torno da operação.
E, já agora, o fracionamento 5 por 1 significa que, por cada ação atualmente existente, serão criadas cinco novas ações. Trata-se de um sinal de que a SpaceX pretende ter uma base acionista mais ampla e acessível, e não concentrada apenas em grandes fundos. Além disso, a SpaceX declarou que pretende destinar até 30% das ações a pequenos investidores de retalho, uma quota muito superior aos 5% a 10% habituais nas grandes IPO.
Como investir na SpaceX?
Antes de mais, importa organizar as opções disponíveis, para que cada investidor possa avaliar qual se adequa melhor ao seu perfil, objetivos e momento de entrada.
Comprar ações da SpaceX após a entrada em bolsa
Uma das formas mais diretas de obter exposição à SpaceX será comprar ações da empresa depois da sua entrada em bolsa, prevista para 12 de junho de 2026. Esta opção permite deter diretamente o título, sem recorrer a alavancagem ou a instrumentos derivados. No entanto, será necessário aguardar até que as ações comecem efetivamente a negociar em mercado.
O processo deverá ser relativamente simples assim que a ação começar a cotar em bolsa:
- Abrir conta numa corretora à escolha, como a Lightyear, que não cobra depósito mínimo.
- Procurar a ação da SpaceX, com o ticker SPCX, cotada no mercado Nasdaq.
- Definir uma ordem de compra ao preço de abertura de mercado, estimado entre 105 USD e 130 USD.
*Neste momento, ainda não é possível mostrar como efetuar a compra, uma vez que a ação ainda não está cotada. Assim que tal acontecer, esta secção poderá ser atualizada com o passo a passo correspondente.
Procurar um ETF com exposição indireta
Outra possibilidade é procurar ETF com exposição indireta a empresas ligadas aos setores da defesa, espaço e tecnologia. Caso a SpaceX entre em bolsa, poderá vir a integrar algumas das principais posições de determinados ETF temáticos.
Alguns exemplos:
| ETF | TER | Rentabilidade a 3 anos |
| VanEck Defense UCITS ETF A — IE000YYE6WK5 | 0,55% | +188% |
| HANetf Future of Defence UCITS ETF — IE000OJ5TQP4 | 0,49% | +152% |
| iShares Global Aerospace & Defence UCITS ETF USD (Acc) — IE000U9ODG19 | 0,35% | +75% em 2 anos |

Fonte: justetf
Naturalmente, uma exposição indireta e diluída não equivale à compra direta de ações da SpaceX. Ainda assim, pode ser uma alternativa a considerar por investidores que pretendam reduzir a concentração num único título.
Empresas cotadas com possível correlação
Por fim, existe também a possibilidade de analisar empresas cotadas que tenham relações comerciais, tecnológicas ou setoriais com a SpaceX. Neste grupo podem incluir-se fornecedores de componentes, operadores de serviços por satélite, empresas de conectividade ou companhias ligadas ao setor espacial.
| Empresa | Relação com a SpaceX |
| Garmin (GRMN) | Fornecimento de sistemas de navegação e aviónica |
| Qualcomm (QCOM) | Tecnologia de chips para conectividade Starlink |
| Momentus (MNTS) | Operador de serviços de transporte orbital |
| Viasat (VSAT) | Concorrente/colaborador em conectividade por satélite |
| L3Harris Technologies (LHX) | Fornecedor de sistemas de defesa e comunicações espaciais |
| Rocket Lab (RKLB) | Ecossistema de lançamento espacial comercial |

Esta é uma das formas mais comuns entre investidores particulares para procurar exposição a empresas privadas antes de estas chegarem ao mercado. No entanto, investir em ações de empresas tecnológicas ou espaciais cotadas não permite obter exposição direta à SpaceX. Trata-se apenas de uma forma indireta de acompanhar parte do ecossistema em que a empresa opera.
Caso pretenda conhecer melhor a corretora Lightyear para abrir conta ou comprar algumas destas ações e ETF já cotados em bolsa, seguem alguns dados de interesse:
| Principais características | Definição |
| 🏆 Regulação | EFSA, Estónia |
| 💼 Ativos financeiros | Mais de 6.000 ações e ETF dos EUA e da Europa, 3 fundos monetários da BlackRock com classificação AAA e 12 criptomoedas |
| 💲 Comissões | Ações dos EUA: 0,1% da operação, até ao máximo de 1 USD Ações da Europa: 1 EUR ETF: 0 comissões Criptomoedas: 0,45% Câmbio de divisa: 0,35% por operação |
| ✅ Aspeto a destacar | Permite configurar planos de investimento automáticos |
Como investir na SpaceX antes da IPO?
Ainda assim, caso pretenda posicionar-se antes de a SpaceX se estrear oficialmente em bolsa, existem algumas formas indiretas de obter exposição à empresa.
Compra de ações pré-IPO no mercado secundário privado
Plataformas como Forge Global, EquityZen ou Nasdaq Private Market permitem a compra de ações da SpaceX a colaboradores ou investidores iniciais que pretendam vender parte da sua participação.
❌ Desvantagens de comprar ações pré-IPO
Na prática, não é um processo simples:
- Acesso restrito: O acesso está normalmente reservado a investidores acreditados, com património líquido superior a 1 milhão de dólares ou rendimentos anuais superiores a 200.000 dólares nos EUA.
- Montantes mínimos elevados: O investimento mínimo situa-se frequentemente entre 25.000 e 50.000 dólares.
- Baixa liquidez: A liquidez é muito reduzida e a diferença entre o preço de compra e de venda, conhecida como spread, tende a ser elevada.
Depois de analisar estas plataformas, a conclusão é que, para um investidor de retalho, o acesso direto ao mercado secundário privado da SpaceX é, na prática, muito difícil sem um intermediário especializado e sem montantes de investimento relevantes.
Fundos que investem na SpaceX antes da IPO
Alguns fundos de venture capital e private equity têm participações da SpaceX nas suas carteiras. Em teoria, investir nesses fundos permite obter uma exposição indireta à empresa.
Além disso, nos últimos anos surgiram plataformas online que procuraram democratizar o acesso a este tipo de fundos. A partir de Portugal, por exemplo, existem alternativas como os fundos de private equity lançados pela Trade Republic.
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❌ Desvantagens dos fundos de private equity
Embora estes fundos apresentem menos barreiras do que a compra direta de ações pré-IPO, também têm limitações importantes:
- Enfoque geográfico: As plataformas mencionadas costumam apostar em empresas europeias por motivos regulatórios.
- Montantes de entrada elevados: São frequentemente fundos que exigem um ticket de participação elevado, normalmente superior a 200.000 €.
- Períodos longos de bloqueio: Os horizontes temporais de bloqueio podem variar entre 5 e 10 anos.
- Exposição indireta: A exposição à SpaceX seria muito indireta, já que a empresa seria apenas uma das posições da carteira, ainda que pudesse ter um peso relevante.
Vale a pena comprar ações da SpaceX após a IPO de 2026?
Esta é a pergunta que surge sempre que se analisa uma grande IPO. Perante uma avaliação tão elevada, o que se está realmente a comprar? Afinal, cerca de 60% das IPO que ocorrem todos os anos acabam por negociar abaixo do preço de estreia ao fim de um ano, depois do entusiasmo inicial nos mercados cotados.

Fontes: Jay Ritter, Universidade da Florida; Nasdaq IPO Research; Business Standard. Dados sobre IPO em mercados desenvolvidos entre 1980 e 2023.
Ainda assim, neste caso, não estamos perante “mais uma empresa”. A SpaceX é uma companhia que detém vários “quase monopólios” em áreas com potencial de crescimento relevante. Vejamos alguns dos fatores que ajudam a sustentar a sua avaliação.
- Starlink é um negócio real e em crescimento: Ao contrário de muitas “empresas do futuro”, a Starlink já gera receitas hoje. E não são poucas: conta com mais de 10 milhões de assinantes, contratos governamentais e militares, e um potencial de expansão significativo em mercados emergentes onde a conectividade por cabo é limitada. Os analistas estimam que a Starlink, por si só, poderia valer entre 500 mil milhões e 800 mil milhões de dólares.
- Monopólio de facto no lançamento comercial: O Falcon 9 gere uma parte muito relevante dos lançamentos comerciais globais. Por outras palavras, não existe atualmente um concorrente direto com o mesmo nível de fiabilidade, frequência de lançamento e custo por quilo colocado em órbita. Este poder de fixação de preços é difícil de replicar.
- Starship como plataforma: Se a Starship atingir plena operacionalidade, poderá reduzir ainda mais o custo por quilo em órbita e abrir mercados que hoje continuam economicamente difíceis de viabilizar, como o turismo espacial em grande escala, o transporte ponto a ponto na Terra, além de missões lunares e marcianas.
- Posicionamento em IA e defesa: Além disso, a SpaceX situa-se na interseção de vários temas que têm captado a atenção dos investidores: liderança tecnológica, infraestruturas críticas, defesa, conectividade global, inteligência artificial, satélites e nova economia espacial.
Mas também existem riscos
Da mesma forma que existem possíveis catalisadores, há também riscos que convém não ignorar.
A avaliação já desconta muito crescimento: Uma avaliação de 1,75 biliões de dólares para uma empresa que não publica contas consolidadas, e que no prospeto apresentado à SEC declarou perdas significativas, exige que a Starlink, a Starship e a xAI executem a sua estratégia praticamente sem falhas durante vários anos.
Neste nível de avaliação, a margem de erro é reduzida. Estamos a falar de uma entrada direta no top 15 das maiores empresas do mundo.
Dependência de Elon Musk: A estrutura acionista com dupla classe de voto mantém Elon Musk como controlador da empresa, mesmo após a entrada em bolsa.
Se Musk, que é também CEO da Tesla, da xAI, da The Boring Company e proprietário da X, reduzisse a sua atenção sobre a SpaceX, ou se surgissem problemas reputacionais associados à sua figura, a cotação poderia ser afetada.
Riscos regulatórios e geopolíticos: A SpaceX opera num setor em que as licenças da FAA são fundamentais e onde as relações com os governos têm um peso central.
Alterações na política espacial norte-americana, restrições às exportações ou tensões geopolíticas podem ter impacto no negócio.
Então, faz sentido comprar ações da SpaceX?
Do ponto de vista da análise, a SpaceX é uma das empresas mais relevantes e diferenciadas a chegar ao mercado nos últimos anos. No entanto, com uma avaliação de 1,75 biliões de dólares, a margem de segurança é muito limitada.
Por esse motivo, em vez de a encarar como uma posição central de uma carteira, poderá fazer mais sentido analisá-la como uma posição satélite, associada a temas de maior risco e maior potencial, sempre dentro de uma estratégia diversificada e adequada ao perfil de cada investidor.
Apesar de os fundamentais serem exigentes, a capacidade de crescimento da empresa — redução de custos de lançamento, massificação dos envios ao espaço, internet em zonas remotas e novas aplicações em defesa e conectividade — continua a ser um dos principais argumentos que explicam o interesse do mercado em torno da IPO.
Comparação com outras grandes IPO da história
Antes de terminar, e para contextualizar a dimensão do acontecimento que poderemos assistir este verão, cujo recorde poderá demorar anos a ser superado, vale a pena comparar esta IPO com algumas das maiores entradas em bolsa da história.
| IPO | Ano | Avaliação | Captação |
| SpaceX | 2026 | ~1.750.000 M$ | ~75.000 M$ |
| Saudi Aramco | 2019 | ~1.700.000 M$ | 29.400 M$ |
| Alibaba | 2014 | 231.000 M$ | 25.000 M$ |
| Meta, Facebook | 2012 | 104.000 M$ | 16.000 M$ |
| Google, Alphabet | 2004 | 27.000 M$ | 1.900 M$ |
Como se pode ver, com uma avaliação estimada de 1,75 biliões de dólares e uma captação prevista entre 40 e 75 mil milhões de dólares, a SpaceX poderia superar com folga a maior IPO da história até à data, ainda detida pela Saudi Aramco, que em 2019 captou 29,4 mil milhões de dólares.
Em suma, a SpaceX não é uma IPO comum. Com a devida ressalva para outros nomes de grande dimensão, como a Anthropic, poderá ser um dos eventos bolsistas mais relevantes da última década. Falamos de uma empresa que redefiniu a indústria espacial, que já gera receitas reais através da Starlink e que procura posicionar-se em alguns dos setores com maior potencial de crescimento nas próximas décadas. A avaliação é exigente, os riscos existem e o entusiasmo do mercado é evidente.
FAQs
A estreia da SpaceX na Nasdaq está prevista para sexta-feira, 12 de junho de 2026, com o ticker SPCX. O roadshow para atrair investidores deverá começar a 4 de junho, com a venda de ações a partir de 11 de junho.
As datas podem sofrer alterações, pelo que é importante consultar as atualizações oficiais no site da SEC e nos canais da sua corretora.
Segundo o The Wall Street Journal, a SpaceX aponta para uma avaliação entre 1,75 e 2 biliões de dólares, com uma captação que poderá chegar aos 80 mil milhões de dólares. Estes valores seriam suficientes para tornar a IPO da empresa de Elon Musk na maior da história.
O acesso ao mercado secundário privado da SpaceX é tecnicamente possível através de plataformas como Forge Global ou EquityZen, mas tende a estar reservado a investidores acreditados e a exigir montantes mínimos muito elevados, frequentemente entre 25.000 e 50.000 dólares.
Para a maioria dos investidores de retalho em Espanha, a opção mais prática será aguardar pela cotação prevista para 12 de junho e, a partir desse momento, comprar em mercado através de uma corretora.
Sim. A estrutura acionista com dupla classe de voto garante a Elon Musk o controlo operacional e decisório da SpaceX mesmo após a entrada em bolsa, independentemente da percentagem que venha a vender a investidores públicos.
Este é um elemento a considerar tanto como fator de continuidade estratégica como enquanto risco, devido à concentração do poder de decisão numa única pessoa.
O principal risco está na avaliação. Uma avaliação de 1,75 biliões de dólares incorpora expectativas de crescimento muito elevadas para a Starlink, a Starship e a xAI.
Se algum destes motores de crescimento ficar aquém das expectativas, a cotação poderá corrigir de forma significativa. Além disso, a volatilidade após a IPO tende a ser elevada em grandes empresas tecnológicas. Por esse motivo, este tipo de investimento deve ser analisado com especial prudência e dentro de uma estratégia adequada ao perfil de risco de cada investidor.
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