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Como montar uma carteira de ações a partir do zero

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Montar uma carteira de ações é um processo dinâmico e precisa ser adaptado ao perfil do investidor e ao momento do mercado. Existem muitas variáveis ​​a serem consideradas para criar uma carteira de ações adequada às circunstâncias de cada momento e de cada pessoa. Neste artigo, forneceremos algumas chaves para montar uma carteira de ações a partir do zero.

O que é uma carteira de ações?

As ações da carteira são participações que fazem parte do capital social de uma empresa, adquiridas por uma pessoa singular ou coletiva; tornando-se parte do que é conhecido como uma carteira de investimentos. Do mesmo modo, estas ações da carteira estão divididas em:

  • Ações de acordo com o risco, que incluem ações defensivas (tipos de ações de baixo risco, que não pertencem a setores da economia, por exemplo, serviços básicos).
  • Ofensiva: estas são as ações de empresas com resultados voláteis, por exemplo, o setor das comunicações ou do petróleo, com grandes flutuações nas reduções ou aumentos de preços.
  • Pelos direitos que proporcionam: podem ser preferenciais (pagam dividendos numa base ocasional) ou ordinários (não são obrigados a pagar dividendos, mas concedem o direito de voto na Assembleia Geral).
  • Por valor contabilístico: acima do par (quando o preço da ação é superior ao seu valor nominal), ao par (valor nominal igual ao preço de mercado) e abaixo do par (quando o seu valor é melhor que o seu valor nominal).

Como construir uma carteira de ações vencedora?

Para construir uma carteira de ações vencedora, deve:

  • Definir o seu objectivo
  • Identificar o perfil do investidor: tem a ver com os objectivos que pretende atingir e também com a sua tolerância ao risco.
  • Estudar a dinâmica do mercado: compreender como funciona o mercado ajuda muito a estruturar a sua estratégia e a reduzir a frustração se algo não correr como esperado.
  • Encontre oportunidades de negócio interessantes, de acordo com o seu perfil e objectivos; utilizando os dados apresentados pelo mercado e analisando o gráfico de preços das ações.
  • Diversificar entre setores, escolhendo ações de empresas de diferentes setores.
  • Monitorize e redefina a estratégia, quando necessário: acompanhe de perto o desempenho da sua carteira de ações. E se algo não correr como esperado, reavaliar a estratégia e fazer ajustamentos.

Quais são as melhores dicas para cuidar da sua carteira de ações?

Algumas das melhores dicas para cuidar da sua carteira de ações são:

  1. Seguir sempre o mercado
  2. Vigie os seus investimentos
  3.  Contar com a ajuda de profissionais.

Agora, vamos dizer-lhe como construir uma carteira de ações a partir do zero.

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Como montar uma carteira de ações a partir do zero?

Quando criamos uma carteira de investimentos, fazemos isso para que as nossas economias gerem rentabilidade. O investimento no mercado de ações é comprovadamente o mais rentável a longo prazo, mas também o que sofre mais volatilidade no curto prazo. Portanto, se formos disciplinados e mantivermos a nossa meta de longo prazo, a criação de uma carteira de ações poderá ser a melhor maneira de monetizar as nossas poupanças.

Passos Ações
Passo 1 Definir o perfil e os objetivos da carteira de investimentos.
Passo 2 Diversifique o portfólio.
Passo 3 Adapte o portfólio ao momento do mercado.
Passo4 Custos da carteira.

Etapa 1: definir o perfil e os objetivos da carteira

Para criar uma carteira de ações, o perfil e os objetivos da carteira devem ser definidos, para serem mais adequados ao investidor (proprietário da carteira). O investidor precisa conhecer o seu perfil de risco e o seu horizonte de tempo.

Perfil de risco da carteira

perfil de risco é geralmente medido pelo binómio retorno / risco. Se tem um perfil mais agressivo, normalmente condicionado por idade e riqueza, terá um portefólio mais arriscado (grandes perdas possíveis) em troca de poder gerar retornos mais altos (grandes possíveis benefícios). Se tiver um perfil de risco mais conservador, terá um portefólio menos arriscado (pequenas perdas possíveis) em troca de sacrificar maiores retornos futuros (pequenos benefícios possíveis).

Objetivos da carteira

Todo portfólio deve ter certos objetivos. Os principais a serem definidos são a sua referência e o horizonte temporal. A referência é o índice, ativo ou rentabilidade apropriado com o qual deve comparar a sua carteira para verificar, qual desempenho tem em termos relativos. Por exemplo, uma carteira focada na preservação de capital, em vez de altos retornos (perfil de risco conservador) poderia ter um retorno anual da meta de inflação de mais de 2%.

O objetivo de uma carteira mais agressivo poderia ser vencer o S&P500. O outro ponto fundamental é definir o seu horizonte de tempo, isto é, saber quanto tempo precisará sem precisar desse dinheiro para ser investido e por quanto tempo precisará tentar alcançar o seu objetivo. Como mencionado no início, o investimento no mercado de ações demonstrou ser o mais rentável a longo prazo; portanto, quanto maior o seu horizonte de tempo, mais possibilidades tem para gerar rentabilidade.

Etapa 2: Diversificação de uma carteira

Independentemente do perfil do investidor, uma boa carteira tem que ter um mínimo de diversificação. Diversificação não é simplesmente adicionar ações de muitas empresas à sua carteira para reduzir riscos; além disso, diversificação excessiva pode sair pela culatra. Pelo que vemos, a diversificação deve considerar aspectos como:

  • Área geográfica e fator de moeda.
  • Setor.
  • Tipos de empresas
  • Número de empresas
  • Diversificação temporária, ou seja, para não investir todo o seu dinheiro de uma só vez e fazer isso periodicamente.

Etapa 3: adaptar a carteira ao momento do mercado

Isso é essencial, pois os mercados são normalmente cíclicos com momentos de alta e baixa. Historicamente, os momentos de alta sempre foram mais prolongados do que de baixa, portanto, investir no mercado de ações a longo prazo é uma boa opção. Portanto, uma carteira de ações deve ser adaptado a cada momento do mercado para ter um melhor desempenho relativo.

Em momentos em que há um longo ciclo de alta, temos que equilibrar a carteira para pesar mais em ações de empresas defensivas e em liquidez. Após um período de baixa, teríamos que reduzir a liquidez para ponderar mais as ações, e terem um perfil mais agressivo. Essa é uma das atividades mais difíceis de realizar ao gerir uma carteira, é necessário considerar muitos dados macroeconómicos e a experiência do investidor desempenha um papel crucial. Saber exatamente onde está no ciclo é muito difícil, mas saber em que parte não está não é tão difícil, portanto, é recomendável focar nela para reduzir os riscos antecipadamente.

Etapa 4: custos da carteira

Uma parte que passa muitas vezes despercebida por muitos é o controlo dos custos da carteira, pois, se não os controlar, uma pequena diferença pode causar grandes perdas de rentabilidade a longo prazo. Os principais custos a serem observados são a tributação sobre ganhos de capital e as comissões cobradas por para poder criar uma carteira de ações, como a comissão de compra ou custódia.

Como acompanhar a minha carteira de ações?

O acompanhamento da carteira é essencial. Existem várias ferramentas para fazer isso e deve escolher a que mais lhe agrada, algumas com simulador de carteiras de ações, que podemos encontrar em corretoras ou diferentes APPs, outras preferem acompanhar nas folhas de Excel. O Google Finance e o Yahoo Finance também são boas opções para manter-se atualizado sobre as ações da sua carteira. No final, é encontrar o que melhor combina consigo.

Como funcionam as carteiras de ações recomendadas

De acordo com a estratégia de atribuição, a carteira recomendada é atualizada com base na análise, que pode ser fundamental ou técnica. No primeiro caso, as questões são analisadas com uma visão de médio e longo prazo, tais como as perspectivas de crescimento das empresas, o segmento operacional e a situação económico-financeira. Por outro lado, a análise técnica é desenvolvida em gráficos e movimentos de mercado visando o curto e médio prazo. Assim, uma vez definidos os ativos da carteira, estes são divulgados aos investidores, geralmente acompanhados de um relatório sobre o desempenho do período anterior e sobre as opções para o presente.

Quais são as melhores ações em que investir?

Este ano começou mal devido aos receios de uma inflação crescente e à consequente alteração da política monetária pelos principais bancos centrais, o que significará taxas de juro mais elevadas e uma redução gradual na compra de ativos nos mercados financeiros. Por esta razão, diremos quais são as melhores ações a investir em 2022:

Ação  Setor
Altri Industriais e serviços diversos
EDP Energia e serviços públicos
Galp Energia e serviços públicos
Jerónimo Martins Distribuição
The Navigator Company Industriais e serviços diversos
REN Energia e serviços públicos
Sonae Distribuição

Quais são os riscos potenciais de uma carteira de ações?

Na bolsa de valores, os riscos assumem diferentes formas; são exemplos disso:

  • Risco da empresa Risco de mercado Risco de liquidez Risco de crédito Risco de taxa de juro Risco cambial Risco de inflação Risco do país.

Vale a pena investir em carteiras de ações?

Um dos principais objectivos de uma carteira de ações é a diversificação, ou seja, a distribuição do seu capital por diferentes empresas. Dessa forma, pode ganhar mais do que ganharia se deixasse todo o seu dinheiro no mesmo stock. Assim, se tiver uma reserva financeira e o planeamento da sua carteira não tiver nenhuma exposição ao mercado bolsista, perde dinheiro. Mesmo que o seu perfil seja conservador, recomenda-se que reserve pelo menos uma pequena percentagem dos seus investimentos para investir em ações. Portanto, este é um bom momento para investir em ações.

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